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Curso Técnico ou Tecnólogo em Design de Interiores

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Muita gente fica confusa quando ouve o termo Curso Técnico de Design de Interiores. Será que é a mesma coisa que o curso tecnólogo em Design de Interiores? Porque ele dura menos tempo? A resposta é simples: Não, os cursos técnicos não são a mesma coisa que cursos tecnólogos, eles são uma categoria especial do Sistema de Ensino Brasileiro.

O Ministério da Educação classifica os cursos técnicos como educação profissional técnica e os cursos tecnólogos e bacharéis como educação superior (faculdade). 

Com a Regulamentação da profissão, não há distinção entre as atribuições profissionais de alunos que frequentam cursos técnicos, tecnólogos ou bacharel. Isso quer dizer, que a Lei reconhece o título de designer de interiores, independentemente da formação.

Porém, o objetivo do curso técnico é inverso ao de uma faculdade.

Fonte: www.designerd.com.br

O método de ensino do curso técnico em Design de Interiores é voltado para a vida cotidiana do dia a dia do profissional atuante, de maneira direta e objetiva focando no que dá certo, no que funciona com base na experiência do profissional da área. 

É uma boa opção para quem quer velocidade, entrar rapidamente no Mercado de Trabalho, participar de mostras e eventos de decoração, estar em contato com este público e principalmente desenvolver projetos para seus clientes. Isso porque este curso vivencia o mercado sem a necessidade de investir muito tempo e dinheiro, abraçando todas as competências e habilidades de uma formação plena.

Estudantes e profissionais de arquitetura, engenharia, projetistas, optam pelo curso técnico de design de Interiores porque desenvolvem de forma rápida e acessível, as técnicas e habilidades que foram negligenciadas pela faculdade.

E com o salário que recebe atuando como profissional, pode-se investir numa faculdade de Arquitetura o que vai ampliar a atuação profissional para o nicho da construção civil, inclusive apresentando melhor rendimento porque já detém as habilidades adquiridas no curso técnico de design de interiores, além de já estar atuando no mercado, adquirindo network, experiências profissionais.

A profissão está sendo muito difundida e com isso a necessidade de profissionalização técnica é iminente e não é uma coisa que poderá ser negligenciada futuramente. Mantenha-se sempre atualizado, afinal estudar faz parte do profissional que é comprometido com a sua profissão.

Fonte de Referência: http://www.coresdacasa.com.br/  http://www.guiadacarreira.com.br/ 


“Há dois anos quando abri meu escritório, procurei ampliar o meu conhecimento, criando novas formas de executar os projetos, em uma busca diária pelo novo, belo e funcional. E o curso Técnico do IBDI foi um passo fundamental nessa direção de conquistar novos horizontes".

Suelyn C. S. Baldo/ Técnica em Design de Interiores
Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

Ajudamos pessoas com paixão por design de interiores, pessoas como você, a descobrir como é fácil aprender habilidades profissionais desta área estudando conosco.

Curso Técnico ou Tecnólogo em Design de Interiores

 

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Desafios do Mercado de Trabalho para os Designers de Interiores

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O desafio de passar no vestibular e achar que seguindo o roteiro de entrar na faculdade resulta em êxito profissional, não significa que você terá uma carreira bem sucedida.

Nos dias atuais o que acontece com os Designers de Interiores, é que o profissional quando chega ao mercado, encontra um cenário totalmente diferente do que tinha em mente. Tudo o que esperava era sair da escola projetando ambientes e assim conquistar o reconhecimento profissional, mas o que ocorre é que para alcançar este reconhecimento, ele terá que desenvolver e trabalhar competências que ele não desenvolveu na fase escolar, então a motivação cai e surge o senso de frustração.

A justificativa que se ouve destes profissionais recém formados, é que “a empresa não está alinhada com aquilo que eu imaginava”. Só que eles não sabem que chegando no outro emprego vai acontecer a mesma coisa. E isso é o que as empresas reclamam, de não conseguir atender este profissionais e nem encaixá-los nos perfis ou vagas que possuem.

E como se conserta isso? Porque se o profissional sai preparado e se frustra, e as empresas também se decepcionam com eles, é uma situação complicada...

Mesmo em época de pleno emprego pois cada vez mais as pessoas estão conscientes do papel do profissional, as empresas encontram enormes dificuldades de contratar profissionais qualificados, alegando que os profissionais possuem pouco conhecimento técnico necessário para exercer as funções, como sondar clientes por exemplo, e entender suas reais necessidades para propor as soluções adequadas, e assim desenvolver projetos assertivos.

Mesmo ele tendo aprendido a compor ambiente através da teoria da percepção, estudo das cores, iluminação, e aprendido a desenhar plantas baixas e elaborar projetos, ao sair para o mercado ele não consegue aplicar estes conhecimentos no dia a dia da profissão. Estes profissionais até têm noção, um certo bom gosto, mas não sabem como fazer e ficam com vergonha do cliente perceber suas inseguranças e pegar falhas por não saber as etapas do projeto.

Isso de deve a duas vertentes:

Muitos jovens escolhem uma profissão sem vontade real, baseados em falsas ideias, nas expectativas dos pais, no mito do diploma de ensino superior ou em aspirações de conquistas materiais. Por isso, lhes falta o que chamo de "brilho nos olhos". E não são esses os profissionais que o mercado de trabalho brasileiro quer e precisa para vencer os desafios impostos por um mundo cada vez mais globalizado, interligado, dinâmico e mutável.

Outro fator é a discrepância entre o que é ensinado no mundo acadêmico e o mercado de trabalho. Isso não significa que as faculdades são ruins, só que a abordagem técnica do conteúdo é muito baixa, se restringindo apenas a livros e artigos. Embora o mundo acadêmico possibilite grande conhecimento teórico, ficar restrito apenas aquilo que se aprende dentro dos muros de uma Universidade pode ser um grande empecilho na hora de entrar no mercado de trabalho.

Conceitos subjetivos ao invés de concretos

Os Sistemas de ensino, tem muitas, mas muitas dificuldades de transformar conceitos subjetivos em necessidades e respostas concretas, em outras palavras, não conseguem ligar o conteúdo trabalhado na grade curricular deste curso, com as etapas vivenciadas na prática diária do profissional atuante no mercado. Os conteúdos são ministrados sem explicar ao aluno o porquê de ensinar isso ou aquilo, assim o aluno não entende a importância/ serventia desta aprendizagem quando estiver atuando no mercado.

Um exemplo disso é a própria História da Arte e do Mobiliário, onde a maioria destes sistemas passam os conceitos da arte, mas não explicam ao aluno que ele pode ter um cliente que muito provável seja um apreciador da arte e que o aluno quando atender este cliente, deve saber conversar com ele sobre. Afinal, se o cliente perceber que ele não domina o assunto, é logico que é um projeto perdido, pois o cliente nao vai querer realizar um projeto de interiores com alguém que nao lhe passa segurança, estabilidade, alguém que foi ensinado a decorar o assunto para passar na prova.

Sistemas de Ensinos falhos não dão importância a sinergia existente entre o conteúdo ministrado e a vivência prática. O treinamento, então, é insuficiente. Os alunos acumulam saberes, passam nos exames, mas não conseguem mobilizar o que aprenderam em situações reais, no trabalho. E para piorar a situação, criam maiores expectativas sobre a relação formação X remuneração, já que esperam que o mercado lhes absorva com bons salários, dado que o investimento em estudos foi alto.

Então qual a saída?

Não se assuste!! Existe sim saída. O fato é que, se você frequentar um PROGRAMA DE ENSINO que apresenta uma estrutura curricular eficiente na prática profissional, e que seja ministrada na ordem correta, seguindo as etapas de trabalho do dia a dia do profissional atuante, e trabalhando as competências com você passo a passo, você será capaz de realizar projetos admiráveis, satisfazer seus clientes e você claro, ser recompensado por isso.

Em 2001, quando iniciamos nossas atividades, nós oferecíamos um programa de ensino similar aos que as escolas de design de interiores utilizam, e constatamos de fato, que este sistema não funcionava, que não formava um profissional atuante. 

Foi aí então que conseguimos evoluir os processos, aprofundamos nossos conhecimentos no estudo do ensino por COMPETÊNCIAS e HABILIDADES, realizamos encontros e reuniões com empresários do setor, alinhamos várias estratégias pedagógicas e desenvolvemos um método de ensino diferenciado.

Percebemos então que esse método estava muito bem estruturado, numa sequência lógica de etapas, que os alunos começaram a receber propostas de trabalho na área, e empresários do setor queriam saber da onde vinham tanto conhecimento e desenvoltura destes alunos.

Este método conseguiu proporcionar alto desempenho em design de interiores, onde o aluno aprende a projetar ambientes de alta performance, e atuar no mercado de forma a garantir a confiança do cliente em seu trabalho, com poderes para se credenciar a ABD e inclusive ao CFT, que são entidades que dão suporte no atendimento e supervisão do trabalho gerando assim o respaldo e a credibilidade que o cliente exigirá na hora da escolha do profissional.

Quando escutamos que o Mercado é seletivo para os profissionais Designers de Interiores, isso quer dizer que somente profissionais que entendem a lógica do mercado de trabalho é que permanecem fortes e atuantes. E isso envolve um item muito importante e que deve ser trabalhado já dentro da fase escolar, que é a solução de problemas. O cliente ao te contratar, é porque ele quer resolver um problema na vida dele. Este problema pode ser a casa dele, ou o escritório por exemplo. Se você não souber aplicar todo o conhecimento aprendido de forma integrada e convincente, o cliente vai perceber suas incertezas e vai fugir. Esta mesma forma deve também ser trabalhada na fase escolar, através de exercícios inteligentes, que levem você a refletir as competências que está adquirindo no curso, de forma a desenvolver habilidades que farão parte do seu cotidiano profissional.

Neste post, (clique Aqui), vamos te mostrar como você mesmo pode iniciar seu desenvolvimento em DI se souber fazer do jeito certo, passo a passo. 

Mas queremos saber de você também. O que você achou dos desafios para alcançar uma carreira? Comente aqui embaixo, poste suas perguntas. Prometemos ler e responder cada uma delas. Nos vemos no próximo post.

Conheça as etapas do trabalho do designer de interiores, clique aqui.

REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO, E O DIPLOMA SERVE OU NÃO?

Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

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