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Como decorar um Home Office

Home office definitivamente é uma tendência cada vez mais forte, além disso, pesquisas mostram que 38% das pessoas ficam mais produtivas quando seus escritórios são bem decorados. Está vendo a importância do Designer de Interiores??!!

Só que planejar a decoração de um home office não é tão simples quanto parece. Existem alguns “detalhes”, que para muitos passam despercebidos e se não forem trabalhados assertivamente, impactam de forma negativa no bem-estar de quem usufrui deste espaço.

Hoje vamos te mostrar resumidamente alguns dos aspectos relevantes sobre decoração de home office, que trabalhamos com nossos alunos dentro do programa de formação em design de interiores do IBDI, e que vão te ajudar no planejamento do seu, ou do seu cliente. 

São eles:

1. local onde será planejado o home office

2. Desenho e circulação

3. Iluminação

4. Paleta de Cores

5. Toque especial

1. local onde será planejado o home office

A primeira coisa que você tem que analisar é onde montar. Pode ser um quarto que não está sendo utilizado ou até mesmo um canto que você julgue conveniente, porém, NÃO MONTE O ESCRITÓRIO NO QUARTO. Juntar trabalho e descanso não vai garantir produtividade, nem relaxamento suficiente para exercer com qualidade.

2. Desenho: circulação e mobiliário

Após definido o local, desenhe uma planta baixa para que você consiga avaliar todas as possibilidades.

Você pode desenhar a planta baixa em um papel quadriculado, lembre-se que cada quadradinho do papel representa 25 cm na escala 1:50 e dessa forma pode delimitar os móveis no ambiente, sempre preservando a circulação em volta.

E em relação aos móveis, toda escolha merece atenção porém a cadeira (que é onde você passará mais tempo) tem que ser confortável e ergonômica.

3. Iluminação

Outro item é a iluminação. Iluminação natural sempre, porém alguns momentos o usuário vai necessitar de luz artificial, então requer luminárias específicas para o momento de trabalho. E porque especificas? Porque se passam muitas horas no local, e a iluminação adequada também auxilia no estímulo do processo criativo e na concentração.

A área de trabalho deve ter uma iluminação uniforme e não ofuscante, para evitar fadiga nos olhos, para isso, coloque um foco de luz direcionado para o local onde as tarefas são realizadas, sem o risco de bloqueios que causem sombras.

4. Paleta de Cores

Utilizar cores no espaço, seja nas paredes através de pintura ou dos revestimentos, faz diferença no visual do home office. Mesmo com cores mais vibrantes, se trabalhadas numa paleta menos saturada, não se perde a formalidade do espaço, contribuindo com o bem-estar. Veja este vídeo sobre como utilizar paletas de cores.

5. Toque especial

Por fim, dê o toque pessoal que você ou o seu cliente busca. Coloque objetos que represente a personalidade do usuário, e transforme esse ambiente em um local charmoso e agradável para trabalhar.      

Fonte: Ikea e Meu espaço com estilo

Como decorar um Home Office

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Como iluminar ambientes de pé direito duplo

Você sabe iluminar um ambiente de pé direito duplo?

Primeiramente gostaria de dizer que estou muito feliz de estar compartilhando uma pequena parte dos meus conhecimentos adquiridos no Programa de Formação Profissional em Design de Interiores do IBDI. Vamos lá!

Se você não souber aplicar a iluminação corretamente, o seu projeto corre o risco de fracassar. Por isso, você deve atentar-se ao tipo de lâmpada utilizada, ao facho de abertura dela e também ao efeito/ cenário que você pretende dar a este espaço, se é mais geral ou mais intimista.

A iluminação de pé direito duplo se faz com luminárias embutidas, de sobrepor, pendentes e lustres, ou ainda mista combinando os embutidos com lustres ou pendentes. Vai depender do estilo decorativo que você definirá no projeto.

Se a opção é por embutir ou sobrepor luminárias no teto, você deve escolher lâmpadas AR111 ou PAR 30 que são as mais indicadas para este tipo de projeto. Estas lâmpadas, que podem ser halógenas ou de LED, tem angulações que variam aproximadamente entre 8 a 60 graus, possibilitando fachos mais abertos ou mais fechados. Os fachos mais fechados são indicados para destaque de peças decorativas e paredes, já as de fachos mais abertos para complementação da iluminação geral.

Ambiente de pé direito duplo com iluminação de fachos mais abertos, dispersa mais a luz e ela pode chegar a altura do observador de forma ineficiente se não for escolhida a lâmpada certa. Por isso é indicada a PAR 30 ou AR 111, pois elas vencem pé direito de até 6 metros.

A escolha, se será AR 111 ou PAR 30 dependerá do efeito que você deseja no ambiente.

Veja que a lâmpada PAR possui uma lente rugosa, ao observar a sombra de um objeto iluminado por uma lâmpada PAR irá verificar que a sombra não é tão definida, focada, não é uma linha precisa, é algo suave, meio dégradé. Esse efeito é ótimo para fundir a luz de uma lâmpada com a outra. Por isso podemos indicar a PAR para luz de efeito mais homogêneo no ambiente, ao mesmo tempo difusa e localizada, que é diferente da luz pontual feita pela lâmpada AR.

A AR proporciona luz pontual de destaque com bastante precisão, o espaço entre o field e o bean é pequeno. Isso permite deixar um objeto bem iluminado, e seu entorno mais escuro acentuando o destaque, veja:

Você também, pode iluminar estes ambientes mesclando efeitos e lâmpadas, através do uso de circuitos independentes. Assim, você projeta diferentes cenários para que o cliente utilize conforme seu estado de espirito.Deve-se atentar para a altura entre o rebaixo de gesso e a laje, para que na hora de embutir a luminária, tenha o espaço suficiente.

Quanto aos pendentes e lustres, sempre escolher luminárias que sejam proporcionais ao espaço onde ela será instalada. O living é integrado, amplo e com pé-direito duplo? Os modelos maiores e chamativos aí já funcionam muito bem, verifique o preenchimento do espaço entre o teto e o piso sempre de olho no peso visual dos elementos. Não esqueça que o brilho aumenta a sensação de peso visual..

E por último, e não menos importante, não esqueça também de verificar se o tipo de soquete da lâmpada se adapta ao bocal  da luminária escolhida. No mercado há diversos modelos de soquetes, sendo os mais usados o E27 e o GU 10.

Bom, agora você já sabe o que deve levar em consideração ao elaborar o projeto de iluminação de espaços com pé direito alto. A partir de agora este pequeno guia irá te auxiliar na correta especificação da iluminação em seus projetos.

Como iluminar ambientes de pé direito duplo

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Sabe qual requisito está impedindo os profissionais e empresas de Design de Interiores a obter o sucesso almejado?

Apresentação de projetos 3D para seus clientes!

Isso mesmo. Apresentar projetos em 3D hoje é pré-requisito básico para qualquer pessoa que trabalha no setor de móveis e interiores.As pessoas gostam de visualizar sua casa ou ambiente decorado antes mesmo de estar pronto. O programa Promob proporciona esta sensação da realidade dos ambientes, e faz com que o cliente já se sinta parte dele, e, apresentando seus projetos com imagens que causam impacto, ajudam e muito no fechamento do projeto com o cliente.

Foto de projeto da aluna do IBDI: Tamara Godoz

As principais grifes de móveis do Brasil utilizam o software Promob. São mais de 12 mil lojas em todo país, ou seja, milhares de oportunidades para que seu investimento no curso seja rapidamente convertido em oportunidades de emprego.

O programa auxilia com informações precisas da quantidade e do tamanho das placas de madeira que deverão ser usadas em cada projeto. Ele possui também alguns blocos 3D e materiais pré setados que auxiliarão a criação da volumetria 3D final com mais rapidez.

O Promob possui uma biblioteca bem variada, porém, caso seja de interesse do projetista, é possível a criação de formas livres, como tampos, gessos e rodapés. A construção dessas formas é feita através da ferramenta Geometria, disponível no menu superior do programa. Apesar de ser um pouco mais complexa, utilizar a Geometria pode ser importante no seu projeto, para criar objetos originais e deixá-lo mais exclusivo.

A luz padrão do Promob tem o efeito de uma luz ambiente. Há também outras opções de iluminação, tais como a luz spot, que permite configurar a posição do foco da luz, iluminando o projeto de forma pontual e a luz linear, que gera pontos de luz na renderização. Além disso, caso queira deixar seus itens com efeito mais real no render, o Promob permite mexer nos efeitos dos materiais, sendo possível ter resultados diferentes de um determinado objeto, utilizando o mesmo tipo de material

No mercado existem as versões Promob Arch e o Promob Plus. O Arch tem alguns itens de decoração que o Plus não tem, entretanto, o Plus trabalha com programa de módulo orçamento. Mas e aí qual Promob eu devo escolher?

Bom, a Promob Software Solutions, desenvolvedora do Promob, afim de facilitar o estudo do aluno, desenvolveu uma versão que une os recursos do Promob Plus e Promob Arch em um único programa, tornando-se um programa super completo e que não para por aí. Esta versão, chamada de Promob Academic, ainda tem a vantagem de dispor em sua biblioteca a ferramenta Promob Real Scene sem precisar de um plugin para ativá-lo.

Porém o programa foi criado para treinamento e só está disponível em centros homologados Promob, ou seja, para realizar o curso Promob Academic, é necessário realizar o curso em centros autorizados pela empresa Promob. O IBDI é um deles, e disponibiliza a versão Promob Academic para o curso presencial.

No curso, o IBDI trabalha a Apresentação da Área de Trabalho, Barras de Ferramentas, Comandos, Arquivos (leitura e gravação), Coordenadas, Controle de Visualização, Impressão de Trabalhos e Elaboração de Projetos.

Foto de projeto da aluna do IBDI: Rafaele Brenneissen

Enfim, é um software bastante versátil, e seu uso é bastante intuitivo e de fácil aprendizado, desenvolvido inteiramente em português especialmente para designers e arquitetos. E o melhor: você pode aprender a usá-lo estudando no IBDI!

Você terá acesso a uma licença Promob* para que possa realizar seus estudos de casa e ter um aproveitamento ainda maior. Além de obter vantagens diferenciadas na aquisição das licenças Promob!

*consulte licença e período de expiração.

Consulte as RECOMENDAÇÕES para software e hardware para a instalação da licença Promob.

Matrículas curso presencial: >>> Clique Aqui <<<

Sabe qual requisito está impedindo os profissionais e empresas de Design de Interiores a obter o sucesso almejado?

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Um emaranhado de fios e agora?

Sim, em um mundo onde tudo está girando em torno de smartphones, tablets, notebooks, roteadores e outros eletrônicos que nos colocam como consumidores de informação principalmente através das redes sociais. O brasileiro gasta 650 horas por mês navegando em redes sociais, 290 horas a mais do que em portais de notícias, ou seja, as redes sociais alcançaram 70% do total de usuários no Brasil. Pois é, e esse nosso hábito requer organização, afinal são tantos carregadores que precisamos usar durante o dia que as vezes eles se transformam em um emaranhado de fios e isso não contribui para a organização da sua casa.Organização da casa também faz parte de um projeto de design de interiores e como amamos te ensinar design de interiores, vamos sugerir algumas dicas para acabar de vez com o emaranhado de fios que bagunçou sua casa. Vamos lá?

1- Etiqueta e organização em baixo da bancada

Nada melhor para você localizar o fio do que escrever qual eletrônico ele pertence.

Depois instale um suporte bem abaixo da bancada para segurar uma régua elétrica para que você ganhe mais pontos de energia que ficarão escondidinhos.

2- Dentro de uma caixa

Esconda a régua dentro de uma caixa (que seja segura no caso de um curto circuito). As tomadas de todos os eletrônicos entrarão pela mesma entrada da caixa, deixando os fios organizados e na mesma posição e do outro lado sairá a tomada. Simples, prático, rápido e bonito =)

3- Suporte para a régua criativo

Essa ideia é super criativa e deixa o móvel bem charmoso. Criar uma “bolsa” externa afixada no móvel para apoiar a régua. De fácil acesso, se você escolher uma estampa tão lindinha quanto essa, seu projeto vai ficar encantador. Lindo não?

4- Camuflar os fios e torna-los decoração

Se não pode viver sem eles, junte-se a eles. Essa ideia transformou os fios em parte da decoração do quarto quando eles se incorporam ao adesivo de parede! Super original e muito fácil de fazer.

5- Móveis e gavetas

Usar as gavetas para armazenagem. Super original e fácil de fazer.

E aí, o que você achou? Gostou? Não? Então, deixe um comentário. 🙂

Pesquisa: 6i.com.br | decorarcomcharme | Pinterest | ikea

Fonte: Deadline Marketing

Um emaranhado de fios e agora?

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O que é RT, TRT, RRT e ART?

Responsabilidade Técnica

A ART, RRT e TRT é um documento assinado por um profissional capacitado que está se responsabilizando pelos projetos ou pela obra de uma edificação! É a garantia da população de que está contratando e construindo com qualidade e segurança! Afinal, apenas profissionais com estes registros podem de fato emitir ART, RT ou TRT. Possuem diversas classificações, como ART, RT ou TRT de projeto arquitetônico,  de projeto estrutural,  de projeto de interiores, de projeto elétrico,  de projeto hidráulico, etc...

As ART, RT e TRT garantem os direitos autorais ao profissional e o direito à remuneração como comprovante da execução do serviço, comprova a existência de contrato entre as partes, define os limites da responsabilidade técnica (civil e criminal), e comprova a experiência do profissional à medida que registra todas as atividades técnicas desempenhadas ao longo de sua carreira profissional.

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) utiliza a denominação de ART que quer dizer Anotação de Responsabilidade Técnica. Com o advento do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), a atribuição de Arquitetos e Urbanistas agora se chama RRT, que quer dizer Registro de Responsabilidade Técnica! Já o CFT ( Conselho Federal Técnico) utiliza a denominação TRT que quer dizer Termo de Responsabilidade Técnica.

Reserva Técnica 

A RT Reserva Técnica é um valor pago ao profissional por indicar um produto ou serviço de uma empresa parceira ao seu cliente. Geralmente corresponde a uma porcentagem sobre o valor da compra. Muitas lojas trabalham com este tipo de comissão. Exemplos: lojas de iluminação, materiais de construção, móveis planejados, entre outros.

A RT gera muita polêmica porque o que acontece é que muitos profissionais reduzem o valor cobrado nos projetos que desenvolvem e nas assessorias porque contam com o recebimento dos valores da Reserva Técnica. 

O profissional geralmente trabalha com a RT utilizando umas destas 3 formas: 

a- Desenvolve os projetos com  valores menores e aceita a comissão da empresa sem informar o cliente. 

b- Informa o cliente que o valor do projeto é menor porque  ele vai receber comissão das empresas que ele indicar pra realizar a execução da obra.

c- Cobra o valor correto do projeto, informa o cliente sobre a comissão que recebe e no caso do cliente não aceitar, o profissional ao receber a comissão, repassa ao cliente.

Infelizmente alguns profissionais desvirtuam a RT, especificando os materiais de forma tendenciosa dando preferência para marcas que melhor lhe pagam a comissão, induzindo o cliente a comprar a marca, que pode não ser a melhor solução, opção para ele. Isso pode interferir tanto na qualidade do produto e da execução, como também em um orçamento mais oneroso para o cliente. 

O arquiteto e urbanista não pode receber a RT, conforme determina o inciso VI do art. 18 da Lei n°12.378, de 2010 e o 3.2.16 da Resolução nº 52, de 6 de setembro de 2013, CAU/BR. Já a ABD, contrária ao ato impositivo através da força , em seu Comunicado Oficial sugere aos seus associados que reflitam e busquem o fim da RT. 

Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

Ajudamos pessoas com paixão por design de interiores, pessoas como você, a descobrir como é fácil aprender habilidades profissionais desta área estudando conosco.

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Curso Técnico ou Tecnólogo em Design de Interiores

Muita gente fica confusa quando ouve o termo Curso Técnico de Design de Interiores. Será que é a mesma coisa que o curso tecnólogo em Design de Interiores? Porque ele dura menos tempo? A resposta é simples: Não, os cursos técnicos não são a mesma coisa que cursos tecnólogos, eles são uma categoria especial do Sistema de Ensino Brasileiro.

O Ministério da Educação classifica os cursos técnicos como educação profissional técnica e os cursos tecnólogos e bacharéis como educação superior (faculdade). 

Com a Regulamentação da profissão, não há distinção entre as atribuições profissionais de alunos que frequentam cursos técnicos, tecnólogos ou bacharéis. Isso quer dizer, que a Lei reconhece o título de designer de interiores, independentemente da formação.

Porém, o objetivo do curso técnico é inverso ao de uma faculdade.

Fonte: www.designerd.com.br

O método de ensino do curso técnico em Design de Interiores é voltado para a vida cotidiana do dia a dia do profissional atuante, de maneira direta e objetiva focando no que dá certo, no que funciona com base na experiência do profissional da área. 

É uma boa opção para quem quer velocidade, entrar rapidamente no Mercado de Trabalho, participar de mostras e eventos de decoração, estar em contato com este público e principalmente desenvolver projetos para seus clientes. Isso porque este curso vivencia o mercado sem a necessidade de investir muito tempo e dinheiro, abraçando todas as competências e habilidades de uma formação plena.

Estudantes e profissionais de arquitetura, engenharia, projetistas, optam pelo curso técnico de design de Interiores porque desenvolvem de forma rápida e acessível, as técnicas e habilidades que foram negligenciadas pela faculdade.

E com o salário que recebe atuando como profissional, pode-se investir numa faculdade de Arquitetura o que vai ampliar a atuação profissional para o nicho da construção civil, inclusive apresentando melhor rendimento porque já detém as habilidades adquiridas no curso técnico de design de interiores, além de já estar atuando no mercado, adquirindo network, experiências profissionais.

A profissão está sendo muito difundida e com isso a necessidade de profissionalização técnica é iminente e não é uma coisa que poderá ser negligenciada futuramente. Mantenha-se sempre atualizado, afinal estudar faz parte do profissional que é comprometido com a sua profissão.

Fonte de Referência: http://www.coresdacasa.com.br/  http://www.guiadacarreira.com.br/ 


“Há dois anos quando abri meu escritório, procurei ampliar o meu conhecimento, criando novas formas de executar os projetos, em uma busca diária pelo novo, belo e funcional. E o curso Técnico do IBDI foi um passo fundamental nessa direção de conquistar novos horizontes".

Suelyn C. S. Baldo/ Técnica em Design de Interiores
Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

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Curso Técnico ou Tecnólogo em Design de Interiores

 

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Como posso decorar uma casa de campo e uma de praia?

Uma das opções de lazer mais procuradas nos dias de folga é passar um final de semana ou as férias curtindo o sol na praia ou então no campo em volta de uma lareira e um bom vinho. E melhor ainda se o local esteja convidativo com uma decoração perfeita que torne o momento muito mais aconchegante e acolhedor.

Mas como deixar seu espaço de campo ou de praia mais acolhedor e tornar estes momentos mais apreciativos? Nós, do Instituto Brasileiro de Design de Interiores, vamos te dar algumas dicas assertivas para que sua decoração seja perfeita.

CASAS DE CAMPO

Estes espaços devem proporcionar a sensação de lazer e de conforto. Em casas de campo, o predomínio da decoração é geralmente rústica, pois remete ao interior. Então, como trabalhar esta decoração?Procure usar mobiliário confeccionado em madeira mas que tenham caráter rústico, envelhecido. Hoje se encontra no mercado móveis novos mas que possuem aparência de algo antigo, elegante e robusto.

Procure adornar o ambiente com almofadas com estampas florais, xadrez e listrados. Para que estas 3 padronagens combinem entre si, você deve manter uma cor padrão que se encontre em todas elas, aí não tem erro.

Esta imagem acima utiliza padronagens listrada, floral e xadrez, e a cor predominante é o rosa pink que integra todas elas formando uma unidade visual.

Artigos decorativos como vasos de barro ou ferro, relógios de parede, aparadores de madeira rústica, molduras antigas, chapéus antigos pendurados como arranjo de parede, ferraduras, latas de tintas e regadores antigos, são objetos que trazem todo o encanto para este tipo de ambientação que descreve a vida campestre.

Procure usar uma mesa de centro de madeira rústica, com peças de artesanato local e flores, que dão todo o charme que pede este estilo decorativo. Bancos e banquetas de madeira ou feitos de tronco e que ainda podem ter cores do branco envelhecido, patinado estilo provençal, ao marrom, são peças curingas, que podem servir como assentos ou mesinhas neste estilo.

CASAS DE PRAIA

Casa de praia pede um estilo que remeta ao frescor e tranquilidade, devido ao clima ser mais quente, então cores como o branco e os tons crus são ótimas pedidas para a casa de praia. Estas cores podem se misturar com cores vibrantes, porém em menor proporção para não causar ruídos visuais.

Estampas que remetam ao verão como frutas, flores tropicais, chinelinhos, guarda-sóis, são bem vindas.

O floral com azul e branco é um clássico para decorar casas de praia.Utilize estas cores nas almofadas, cortinas, e objetos decorativos. É bem importante porque assim você traz unidade ao ambiente. Isso faz com que o olhar do observador caminhe tranquilamente por todos os pontos da casa, de forma harmoniosa.

Aqui veja na imagem acima, que as cores utilizadas tanto nos moveis como nos objetos, foram apenas três: o marrom claro, o azul, e como base de fundo e em maior proporção a cor branca, que faz com que o nosso olhar descanse, formando a unidade no ambiente. Esta composição de cores traz o frescor e tranquilidade, característico de casas de praia.

Quanto aos móveis, procure por revestimentos em madeira e fibras naturais que são sofisticados e bastante aconchegantes, além de traduzirem o espírito de casa de praia.Você deve ficar atento que os móveis externos da casa precisam ser mais resistentes dos que os que ficam dentro dela, pois são constantemente expostos ao clima e, claro, a maresia.

Os acessórios na decoração de casa de praia como os tapetes, dão aquele toque rústico e praiano ao espaço. Têxteis como o junco, bambu e rattan são bem resistentes, assim como os de tecidos de poliéster de pelagem baixa. Já as almofadas, mantas e o próprio tecido do sofá prefira os tecidos de poliéster, que, inclusive, facilitam a limpeza.

A madeira também é muito utilizada, tanto como elemento funcional, armário por exemplo, como decorativo, uma escultura ou banco esculpido.

Nas aéreas externas, se tiver espaço, coloque redes de balanço, sobre a sombra das árvores ou de um ombrelone a fim de criar um espaço agradável, onde as pessoas possam se reunir ao ar livre.

Detalhes, como usar conchinhas dentro de garrafas ou potes, dentre outros elementos que remetem esta vibe praiana, apesar de ser um clichê, não é errado porque estes elementos são característicos da região e combinam muito com qualquer cômodo, sendo um curinga da harmonização.

Nas paredes, as tintas de cores neutras (tons pastéis bem claros) são as mais indicadas trazendo leveza ao ambiente praiano, ao contrário das amareladas que ficam ótimas quando utilizadas em casas de campo pois sugerem o aumento da sensação de calor.

O que achou do post? Ainda ficou com alguma dúvida sobre a decoração da casa de praia ou de campo? Deixe um comentário!

Fonte imagens utilizadas: Google

Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

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Como posso decorar uma casa de campo e uma de praia?

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Desafios do Mercado de Trabalho para os Designers de Interiores

O desafio de passar no vestibular e achar que seguindo o roteiro de entrar na faculdade resulta em êxito profissional, não significa que você terá uma carreira bem sucedida.

Nos dias atuais o que acontece com os Designers de Interiores, é que o profissional quando chega ao mercado, encontra um cenário totalmente diferente do que tinha em mente. Tudo o que esperava era sair da escola projetando ambientes e assim conquistar o reconhecimento profissional, mas o que ocorre é que para alcançar este reconhecimento, ele terá que desenvolver e trabalhar competências que ele não desenvolveu na fase escolar, então a motivação cai e surge o senso de frustração.

A justificativa que se ouve destes profissionais recém formados, é que “a empresa não está alinhada com aquilo que eu imaginava”. Só que eles não sabem que chegando no outro emprego vai acontecer a mesma coisa. E isso é o que as empresas reclamam, de não conseguir atender este profissionais e nem encaixá-los nos perfis ou vagas que possuem.

E como se conserta isso? Porque se o profissional sai preparado e se frustra, e as empresas também se decepcionam com eles, é uma situação complicada...

Mesmo em época de pleno emprego pois cada vez mais as pessoas estão conscientes do papel do profissional, as empresas encontram enormes dificuldades de contratar profissionais qualificados, alegando que os profissionais possuem pouco conhecimento técnico necessário para exercer as funções, como sondar clientes por exemplo, e entender suas reais necessidades para propor as soluções adequadas, e assim desenvolver projetos assertivos.

Mesmo ele tendo aprendido a compor ambiente através da teoria da percepção, estudo das cores, iluminação, e aprendido a desenhar plantas baixas e elaborar projetos, ao sair para o mercado ele não consegue aplicar estes conhecimentos no dia a dia da profissão. Estes profissionais até têm noção, um certo bom gosto, mas não sabem como fazer e ficam com vergonha do cliente perceber suas inseguranças e pegar falhas por não saber as etapas do projeto.

Isso de deve a duas vertentes:

Muitos jovens escolhem uma profissão sem vontade real, baseados em falsas ideias, nas expectativas dos pais, no mito do diploma de ensino superior ou em aspirações de conquistas materiais. Por isso, lhes falta o que chamo de "brilho nos olhos". E não são esses os profissionais que o mercado de trabalho brasileiro quer e precisa para vencer os desafios impostos por um mundo cada vez mais globalizado, interligado, dinâmico e mutável.

Outro fator é a discrepância entre o que é ensinado no mundo acadêmico e o mercado de trabalho. Isso não significa que as faculdades são ruins, só que a abordagem técnica do conteúdo é muito baixa, se restringindo apenas a livros e artigos. Embora o mundo acadêmico possibilite grande conhecimento teórico, ficar restrito apenas aquilo que se aprende dentro dos muros de uma Universidade pode ser um grande empecilho na hora de entrar no mercado de trabalho.

Conceitos subjetivos ao invés de concretos

Os Sistemas de ensino, tem muitas, mas muitas dificuldades de transformar conceitos subjetivos em necessidades e respostas concretas, em outras palavras, não conseguem ligar o conteúdo trabalhado na grade curricular deste curso, com as etapas vivenciadas na prática diária do profissional atuante no mercado. Os conteúdos são ministrados sem explicar ao aluno o porquê de ensinar isso ou aquilo, assim o aluno não entende a importância/ serventia desta aprendizagem quando estiver atuando no mercado.

Um exemplo disso é a própria História da Arte e do Mobiliário, onde a maioria destes sistemas passam os conceitos da arte, mas não explicam ao aluno que ele pode ter um cliente que muito provável seja um apreciador da arte e que o aluno quando atender este cliente, deve saber conversar com ele à respeito. Afinal, se o cliente perceber que ele não domina assuntos relacionados a profissão, é logico que é um projeto perdido, pois o cliente nao vai querer realizar um projeto de interiores com alguém que nao lhe passa segurança, estabilidade, alguém que foi ensinado a decorar o assunto para passar na prova.

Sistemas de Ensinos falhos não dão importância a sinergia existente entre o conteúdo ministrado e a vivência prática. O treinamento, então, é insuficiente. Os alunos acumulam saberes, passam nos exames, mas não conseguem mobilizar o que aprenderam em situações reais, no trabalho. E para piorar a situação, criam maiores expectativas sobre a relação formação X remuneração, já que esperam que o mercado lhes absorva com bons salários, dado que o investimento em estudos foi alto.

Então qual a saída?

Não se assuste!! Existe sim saída. O fato é que, se você frequentar um PROGRAMA DE ENSINO que apresenta uma estrutura curricular eficiente na prática profissional, e que seja ministrada na ordem correta, seguindo as etapas de trabalho do dia a dia do profissional atuante, e trabalhando as competências com você passo a passo, você será capaz de realizar projetos admiráveis, satisfazer seus clientes e você claro, ser recompensado por isso.

Em 2001, quando iniciamos nossas atividades, nós oferecíamos um programa de ensino similar aos que as escolas de design de interiores utilizam, e constatamos de fato, que este sistema não funcionava, que não formava um profissional atuante. 

Foi aí então que conseguimos evoluir os processos, aprofundamos nossos conhecimentos no estudo do ensino por COMPETÊNCIAS e HABILIDADES, realizamos encontros e reuniões com empresários do setor, alinhamos várias estratégias pedagógicas e desenvolvemos um método de ensino diferenciado.

Percebemos então que esse método estava muito bem estruturado, numa sequência lógica de etapas, que os alunos começaram a receber propostas de trabalho na área, e empresários do setor queriam saber da onde vinham tanto conhecimento e desenvoltura destes alunos.

Este método conseguiu proporcionar alto desempenho em design de interiores, onde o aluno aprende a projetar ambientes de alta performance, e atuar no mercado de forma a garantir a confiança do cliente em seu trabalho, com poderes para se credenciar a ABD e inclusive ao CFT, que são entidades que dão suporte no atendimento e supervisão do trabalho gerando assim o respaldo e a credibilidade que o cliente exigirá na hora da escolha do profissional.

Quando escutamos que o Mercado é seletivo para os profissionais Designers de Interiores, isso quer dizer que somente profissionais que entendem a lógica do mercado de trabalho é que permanecem fortes e atuantes. E isso envolve um item muito importante e que deve ser trabalhado já dentro da fase escolar, que é a solução de problemas. O cliente ao te contratar, é porque ele quer resolver um problema na vida dele. Este problema pode ser a casa dele, ou o escritório por exemplo. Se você não souber aplicar todo o conhecimento aprendido de forma integrada e convincente, o cliente vai perceber suas incertezas e vai fugir. Esta mesma forma deve também ser trabalhada na fase escolar, através de exercícios inteligentes, que levem você a refletir as competências que está adquirindo no curso, de forma a desenvolver habilidades que farão parte do seu cotidiano profissional.

Neste post, (clique Aqui), vamos te mostrar como você mesmo pode iniciar seu desenvolvimento em DI se souber fazer do jeito certo, passo a passo. 

Mas queremos saber de você também. O que você achou dos desafios para alcançar uma carreira? Comente aqui embaixo, poste suas perguntas. Prometemos ler e responder cada uma delas. Nos vemos no próximo post.

Conheça as etapas do trabalho do designer de interiores, clique aqui.

REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO, E O DIPLOMA SERVE OU NÃO?

Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

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Você sabe o que é decoração Wabi-Sabi?

DECORAÇÃO WABI-SABI?


Com as suas origens enraizadas numa antiga arte japonesa, wabi-sabi é uma nova forma de viver e de decorar.  Wabi-sabi é a arte da beleza imperfeita, ou seja, dá-se valor à autenticidade, ao natural e ao simples, indo de contra a ostentação.

A arte do wabi-sabi surge durante o século XV, e se opõe à riqueza e ao luxo emergente. Ela é ligada ao budismo zen, que visa transmitir energias positivas e uma certa espiritualidade para a casa e, principalmente, para os seus habitantes.

O wabi-sabi defende que o nosso lar deve ser, acima de tudo, um local sagrado e não um local apetrechado de objetos, distrações e ruídos visuais.

Os seguidores dessa arte, colocam de lado a procura constante pela perfeição e concentram-se na beleza das coisas tal e qual elas são; no conforto e no bem-estar que essa naturalidade transmite. Definitivamente para eles, “menos é mais".

“Wabi” significa “coisas simples e frescas” e “Sabi” significa “coisas cuja beleza foi adquirida com a idade”. 

Viver de forma modesta e aprender a sentir-se satisfeito com aquilo que tem depois de eliminado o supérfluo, é a filosofia do wabi-sabi.


E como esta arte está sendo aplicada na decoração? Bom, ela não difere muito deste conceito.

1. Os ambientes são minimalistas, simples, orgânicos e modestos.

2. São espaços sem muito apetrechos, onde os artigos dominantes são exclusivamente os essenciais. Essa escolha é feita baseada na sua utilidade, beleza ou sentimentalismo (ou os três).

3.A gama de cores da decoração wabi-sabi fica entre o branco e nos tons terra.

4.O uso de materiais naturais são utilizados (madeira envelhecida, pedra esfarelada, barro, lã, algodão cru, linho, caxemira, papel de arroz…) em vez de materiais artificiais e/ou luxuosos (plástico laminado, mármore polida, placa de vidro, porcelana, poliéster, lycra…).

5.Em termos de peças de decoração, são utilizadas as artes decorativas, mobília e elementos reciclados/reaproveitados, objetos feitos à mão e encontrados em feiras de usados, antiguidades e outras do gênero.


6. A Natureza é uma companhia constante e deve ser trazida para o interior sempre que possível: plantas e flores, de preferência do campo, e até ramos de árvore são bem-vindos. Neste contexto, a única “exigência” é que a flora utilizada seja da estação do ano em vigor.

7. A luz natural e a de velas também de utiliza constantemente.


8.A organização da casa é fundamental. Deixar tudo arrumado, organizado. Os objetos não utilizados são reciclados ou doados;

9. Expor peças com alma, elevado simbolismo ou sentimentalismo como fotografias antigas da família, lençóis e toalhas bordados a mão, uma escultura amadora feita por um ente querido, um conjunto de pedras apanhadas à beira-mar ou um desenho colorido do seu filho.

10.Criar um espaço pessoal que serve de refúgio e/ou de meditação.

11.Apreciar a imperfeição – a presença de arranhões e fissuras na mobília, portas ou objetos é considerado um símbolo da passagem do tempo e da forma carinhosa e natural com que foram utilizados. No ambiente certo, as peças gastas por anos de uso ganham uma magia reconfortante, são companheiros de uma casa, testemunhos de uma vida.


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