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Como posso decorar uma casa de campo e uma de praia?

Uma das opções de lazer mais procuradas nos dias de folga é passar um final de semana ou as férias curtindo o sol na praia ou então no campo em volta de uma lareira e um bom vinho. E melhor ainda se o local esteja convidativo com uma decoração perfeita que torne o momento muito mais aconchegante e acolhedor.

Mas como deixar seu espaço de campo ou de praia mais acolhedor e tornar estes momentos mais apreciativos? Nós, do Instituto Brasileiro de Design de Interiores, vamos te dar algumas dicas assertivas para que sua decoração seja perfeita.

CASAS DE CAMPO

Estes espaços devem proporcionar a sensação de lazer e de conforto. Em casas de campo, o predomínio da decoração é geralmente rústica, pois remete ao interior. Então, como trabalhar esta decoração?Procure usar mobiliário confeccionado em madeira mas que tenham caráter rústico, envelhecido. Hoje se encontra no mercado móveis novos mas que possuem aparência de algo antigo, elegante e robusto.

Procure adornar o ambiente com almofadas com estampas florais, xadrez e listrados. Para que estas 3 padronagens combinem entre si, você deve manter uma cor padrão que se encontre em todas elas, aí não tem erro.

Esta imagem acima utiliza padronagens listrada, floral e xadrez, e a cor predominante é o rosa pink que integra todas elas formando uma unidade visual.

Artigos decorativos como vasos de barro ou ferro, relógios de parede, aparadores de madeira rústica, molduras antigas, chapéus antigos pendurados como arranjo de parede, ferraduras, latas de tintas e regadores antigos, são objetos que trazem todo o encanto para este tipo de ambientação que descreve a vida campestre.

Procure usar uma mesa de centro de madeira rústica, com peças de artesanato local e flores, que dão todo o charme que pede este estilo decorativo. Bancos e banquetas de madeira ou feitos de tronco e que ainda podem ter cores do branco envelhecido, patinado estilo provençal, ao marrom, são peças curingas, que podem servir como assentos ou mesinhas neste estilo.

CASAS DE PRAIA

Casa de praia pede um estilo que remeta ao frescor e tranquilidade, devido ao clima ser mais quente, então cores como o branco e os tons crus são ótimas pedidas para a casa de praia. Estas cores podem se misturar com cores vibrantes, porém em menor proporção para não causar ruídos visuais.

Estampas que remetam ao verão como frutas, flores tropicais, chinelinhos, guarda-sóis, são bem vindas.

O floral com azul e branco é um clássico para decorar casas de praia.Utilize estas cores nas almofadas, cortinas, e objetos decorativos. É bem importante porque assim você traz unidade ao ambiente. Isso faz com que o olhar do observador caminhe tranquilamente por todos os pontos da casa, de forma harmoniosa.

Aqui veja na imagem acima, que as cores utilizadas tanto nos moveis como nos objetos, foram apenas três: o marrom claro, o azul, e como base de fundo e em maior proporção a cor branca, que faz com que o nosso olhar descanse, formando a unidade no ambiente. Esta composição de cores traz o frescor e tranquilidade, característico de casas de praia.

Quanto aos móveis, procure por revestimentos em madeira e fibras naturais que são sofisticados e bastante aconchegantes, além de traduzirem o espírito de casa de praia.Você deve ficar atento que os móveis externos da casa precisam ser mais resistentes dos que os que ficam dentro dela, pois são constantemente expostos ao clima e, claro, a maresia.

Os acessórios na decoração de casa de praia como os tapetes, dão aquele toque rústico e praiano ao espaço. Têxteis como o junco, bambu e rattan são bem resistentes, assim como os de tecidos de poliéster de pelagem baixa. Já as almofadas, mantas e o próprio tecido do sofá prefira os tecidos de poliéster, que, inclusive, facilitam a limpeza.

A madeira também é muito utilizada, tanto como elemento funcional, armário por exemplo, como decorativo, uma escultura ou banco esculpido.

Nas aéreas externas, se tiver espaço, coloque redes de balanço, sobre a sombra das árvores ou de um ombrelone a fim de criar um espaço agradável, onde as pessoas possam se reunir ao ar livre.

Detalhes, como usar conchinhas dentro de garrafas ou potes, dentre outros elementos que remetem esta vibe praiana, apesar de ser um clichê, não é errado porque estes elementos são característicos da região e combinam muito com qualquer cômodo, sendo um curinga da harmonização.

Nas paredes, as tintas de cores neutras (tons pastéis bem claros) são as mais indicadas trazendo leveza ao ambiente praiano, ao contrário das amareladas que ficam ótimas quando utilizadas em casas de campo pois sugerem o aumento da sensação de calor.

O que achou do post? Ainda ficou com alguma dúvida sobre a decoração da casa de praia ou de campo? Deixe um comentário!

Fonte imagens utilizadas: Google

Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

Ajudamos pessoas com paixão por design de interiores, pessoas como você, a descobrir como é fácil aprender habilidades profissionais desta área estudando conosco.

Como posso decorar uma casa de campo e uma de praia?

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Desafios do Mercado de Trabalho para os Designers de Interiores

O desafio de passar no vestibular e achar que seguindo o roteiro de entrar na faculdade resulta em êxito profissional, não significa que você terá uma carreira bem sucedida.

Nos dias atuais o que acontece com os Designers de Interiores, é que o profissional quando chega ao mercado, encontra um cenário totalmente diferente do que tinha em mente. Tudo o que esperava era sair da escola projetando ambientes e assim conquistar o reconhecimento profissional, mas o que ocorre é que para alcançar este reconhecimento, ele terá que desenvolver e trabalhar competências que ele não desenvolveu na fase escolar, então a motivação cai e surge o senso de frustração.

A justificativa que se ouve destes profissionais recém formados, é que “a empresa não está alinhada com aquilo que eu imaginava”. Só que eles não sabem que chegando no outro emprego vai acontecer a mesma coisa. E isso é o que as empresas reclamam, de não conseguir atender este profissionais e nem encaixá-los nos perfis ou vagas que possuem.

E como se conserta isso? Porque se o profissional sai preparado e se frustra, e as empresas também se decepcionam com eles, é uma situação complicada...

Mesmo em época de pleno emprego pois cada vez mais as pessoas estão conscientes do papel do profissional, as empresas encontram enormes dificuldades de contratar profissionais qualificados, alegando que os profissionais possuem pouco conhecimento técnico necessário para exercer as funções, como sondar clientes por exemplo, e entender suas reais necessidades para propor as soluções adequadas, e assim desenvolver projetos assertivos.

Mesmo ele tendo aprendido a compor ambiente através da teoria da percepção, estudo das cores, iluminação, e aprendido a desenhar plantas baixas e elaborar projetos, ao sair para o mercado ele não consegue aplicar estes conhecimentos no dia a dia da profissão. Estes profissionais até têm noção, um certo bom gosto, mas não sabem como fazer e ficam com vergonha do cliente perceber suas inseguranças e pegar falhas por não saber as etapas do projeto.

Isso de deve a duas vertentes:

Muitos jovens escolhem uma profissão sem vontade real, baseados em falsas ideias, nas expectativas dos pais, no mito do diploma de ensino superior ou em aspirações de conquistas materiais. Por isso, lhes falta o que chamo de "brilho nos olhos". E não são esses os profissionais que o mercado de trabalho brasileiro quer e precisa para vencer os desafios impostos por um mundo cada vez mais globalizado, interligado, dinâmico e mutável.

Outro fator é a discrepância entre o que é ensinado no mundo acadêmico e o mercado de trabalho. Isso não significa que as faculdades são ruins, só que a abordagem técnica do conteúdo é muito baixa, se restringindo apenas a livros e artigos. Embora o mundo acadêmico possibilite grande conhecimento teórico, ficar restrito apenas aquilo que se aprende dentro dos muros de uma Universidade pode ser um grande empecilho na hora de entrar no mercado de trabalho.

Conceitos subjetivos ao invés de concretos

Os Sistemas de ensino, tem muitas, mas muitas dificuldades de transformar conceitos subjetivos em necessidades e respostas concretas, em outras palavras, não conseguem ligar o conteúdo trabalhado na grade curricular deste curso, com as etapas vivenciadas na prática diária do profissional atuante no mercado. Os conteúdos são ministrados sem explicar ao aluno o porquê de ensinar isso ou aquilo, assim o aluno não entende a importância/ serventia desta aprendizagem quando estiver atuando no mercado.

Um exemplo disso é a própria História da Arte e do Mobiliário, onde a maioria destes sistemas passam os conceitos da arte, mas não explicam ao aluno que ele pode ter um cliente que muito provável seja um apreciador da arte e que o aluno quando atender este cliente, deve saber conversar com ele à respeito. Afinal, se o cliente perceber que ele não domina assuntos relacionados a profissão, é logico que é um projeto perdido, pois o cliente nao vai querer realizar um projeto de interiores com alguém que nao lhe passa segurança, estabilidade, alguém que foi ensinado a decorar o assunto para passar na prova.

Sistemas de Ensinos falhos não dão importância a sinergia existente entre o conteúdo ministrado e a vivência prática. O treinamento, então, é insuficiente. Os alunos acumulam saberes, passam nos exames, mas não conseguem mobilizar o que aprenderam em situações reais, no trabalho. E para piorar a situação, criam maiores expectativas sobre a relação formação X remuneração, já que esperam que o mercado lhes absorva com bons salários, dado que o investimento em estudos foi alto.

Então qual a saída?

Não se assuste!! Existe sim saída. O fato é que, se você frequentar um PROGRAMA DE ENSINO que apresenta uma estrutura curricular eficiente na prática profissional, e que seja ministrada na ordem correta, seguindo as etapas de trabalho do dia a dia do profissional atuante, e trabalhando as competências com você passo a passo, você será capaz de realizar projetos admiráveis, satisfazer seus clientes e você claro, ser recompensado por isso.

Em 2001, quando iniciamos nossas atividades, nós oferecíamos um programa de ensino similar aos que as escolas de design de interiores utilizam, e constatamos de fato, que este sistema não funcionava, que não formava um profissional atuante. 

Foi aí então que conseguimos evoluir os processos, aprofundamos nossos conhecimentos no estudo do ensino por COMPETÊNCIAS e HABILIDADES, realizamos encontros e reuniões com empresários do setor, alinhamos várias estratégias pedagógicas e desenvolvemos um método de ensino diferenciado.

Percebemos então que esse método estava muito bem estruturado, numa sequência lógica de etapas, que os alunos começaram a receber propostas de trabalho na área, e empresários do setor queriam saber da onde vinham tanto conhecimento e desenvoltura destes alunos.

Este método conseguiu proporcionar alto desempenho em design de interiores, onde o aluno aprende a projetar ambientes de alta performance, e atuar no mercado de forma a garantir a confiança do cliente em seu trabalho, com poderes para se credenciar a ABD e inclusive ao CFT, que são entidades que dão suporte no atendimento e supervisão do trabalho gerando assim o respaldo e a credibilidade que o cliente exigirá na hora da escolha do profissional.

Quando escutamos que o Mercado é seletivo para os profissionais Designers de Interiores, isso quer dizer que somente profissionais que entendem a lógica do mercado de trabalho é que permanecem fortes e atuantes. E isso envolve um item muito importante e que deve ser trabalhado já dentro da fase escolar, que é a solução de problemas. O cliente ao te contratar, é porque ele quer resolver um problema na vida dele. Este problema pode ser a casa dele, ou o escritório por exemplo. Se você não souber aplicar todo o conhecimento aprendido de forma integrada e convincente, o cliente vai perceber suas incertezas e vai fugir. Esta mesma forma deve também ser trabalhada na fase escolar, através de exercícios inteligentes, que levem você a refletir as competências que está adquirindo no curso, de forma a desenvolver habilidades que farão parte do seu cotidiano profissional.

Neste post, (clique Aqui), vamos te mostrar como você mesmo pode iniciar seu desenvolvimento em DI se souber fazer do jeito certo, passo a passo. 

Mas queremos saber de você também. O que você achou dos desafios para alcançar uma carreira? Comente aqui embaixo, poste suas perguntas. Prometemos ler e responder cada uma delas. Nos vemos no próximo post.

Conheça as etapas do trabalho do designer de interiores, clique aqui.

REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO, E O DIPLOMA SERVE OU NÃO?

Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

Ajudamos pessoas com paixão por design de interiores, pessoas como você, a descobrir como é fácil aprender habilidades profissionais desta área estudando conosco.

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Luz e Cor

POUCAS PESSOAS SABEM USAR A ILUMINAÇÃO COMO UM ELEMENTO CHAVE NA DECORAÇÃO DE INTERIORES.

O tipo de iluminação, deve ser muito bem pensada pois em cada cômodo da casa ela também provoca sensações diferentes o que causa uma atmosfera que vai interferir nas atitudes e no humor dos ocupantes. Com estas pequenas dicas retiradas do curso de decoração + iluminação grátis, você vai conseguir dar mais amplitude aos ambientes da sua casa, destacar detalhes e torná-lo mais agradável.

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Poucas pessoas sabem usar a iluminação como um elemento chave na decoração de interiores.

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Como fazer uma sala pequena parecer maior

 

Nem sempre os espaços são como gostaríamos que fosse, especialmente em relação ao tamanho. Quanto menor o espaço, mais difícil é encontrar lugar para tudo. Mas com pequenas mudanças é possível fazer uma grande diferença nos ambientes pequenos. Neste post mostraremos algumas alternativas para aproveitar as salas e fazer este ambiente parecer maior.

Créditos: Casabela Interiores

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Passos para Decorar uma Casa Pequena

Para saber decorar uma casa não basta apenas gostar de decoração. É preciso conhecer os estilos, temas, acessórios, saber juntá-los da forma correta para que o espaço se torne bonito e agradável. Tudo deve ser planejado e bem feito, cada pequeno detalhe pode fazer uma grande diferença no resultado final da decoração. Além disso, quando a decoração é bem feita, sempre será lembrada pelos amigos e familiares.

Neste post, apresentamos Como Decorar uma Casa Pequena. Créditos do Vídeo: Helenice Costa

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