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Dicas decoração para o carnaval

A folia vai começar e a festa é que não vai faltar. Se você prefere comemorar o Carnaval em casa com seus amigos, veja essas dicas que o IBDI selecionou para você.

Carnaval em casa é animado e o mais legal é que a festa pode ser simples, basta caprichar nas cores para que sua casa entre na “vibe” da folia.

1- Elementos no teto.Pendure enfeites coloridos no teto para que encha o ambiente.

2- Decore as paredesCom simples círculos de papel de diferentes cores, você pode encher a parede e deixar sua casa bem colorida para que combine com essa semana que é tão feliz =)

3- Enfeite seus portas velasUm jeito fácil de deixar a mesa com a cara do Carnaval é fazer máscaras de papel colorido e aplicar nos portas velas. Simpático e simples de fazer.

4- Detalhe em cada espaçoUma toalha colorida e porta guardanapos coloridos com um elemento carnavalesco vão deixar a sua mesa linda. Temos certeza de que seus convidados vão se impressionar!

Mas não é só a decoração que você precisa se preocupar. Faça uma lista dos convidados para que você tenha comida e bebida suficiente. Uma sugestão seria servir “finger foods”, petiscos e qualquer outro alimento que possa ser servido em porções individuais, uma vez que esse evento é para amigos mais próximos.

Sobre a bebida, a nossa sugestão é cerveja. Para aqueles que preferem bebidas sem álcool, sugerimos sucos e água saborizada. Refresca e faz bem à sua saúde.

Não esqueça dos acessórios como máscaras, confetes, serpentinas que, além de enfeitar, vão servir para animar a festa.O samba não pode faltar. Prepare uma playlist com os seus sambas enredo preferidos e deixe rolar.

Olha o Carnaval ai gente!Desfrute, divirta-se, cante, dance e lembre-se: se beber, não dirija!

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Fonte: imagens Pinterest | Texto: Deadline Publicidade.

A folia vai começar e a festa é que não vai faltar. Se você prefere comemorar o Carnaval em casa com seus amigos, veja essas dicas que o IBDI selecionou para você.

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Como transformar espaços comuns em super atraentes utilizando as técnicas do paisagismo.

O paisagismo consegue transformar completamente qualquer local que você olha e não dá nada, em impactantes ambientes que vão alterar sua percepção do espaço, resgatando o sentimento de energias renovadas em benefício do bem viver.

Uma casa sem plantas, ou com plantas, porém dispostas de forma incorreta, é uma casa sem alegria e sem vida, por isso não há como “fugir” da necessidade de um toque verde bem trabalhado.

O Paisagismo hoje se torna de extrema relevância, não é à toa que tem crescido bastante, mas se engana quem pensa que é muito fácil arrumar um jardim, um cantinho verde ou combinar as plantas entre si.

É necessário termos uma visão de jardinagem também, pois a planta pode não crescer direito ou não dar flores, a grama pode apodrecer ou você simplesmente pode não saber por onde começar. Por isso buscar um profissional ou então realizar um curso na área vai lhe ajudar.

Se a opção é por realizar um curso e assim você mesma cuidar se seu jardim, varanda ou quintal, busque por um PROGRAMA que lhe ensine os conhecimentos sobre as espécies com suas épocas de plantio, floração, porte e necessidades de solo e clima.

E nada adianta se você não souber escolher e distribuir as plantas corretamente no espaço, pois elas podem aparecer “bagunçadas” e aí o senso de conforto e aconchego vai por água abaixo.

Outros itens importantes são os elementos auxiliares.

Como pode ver nesse espaço, o Paisagismo não significa somente compor com vegetação. O paisagismo também utiliza elementos arquitetônicos como muros, revestimentos de piso, mobiliários e iluminação para otimizar o conforto do espaço externo.

Aqui nesta varanda para melhorar o espaço por exemplo, não só foi trabalhada a cor da parede e novos elementos, mas também aproveitou-se o que os moradores já tinham, que era a mesa de refeições e o banco de madeira e ferro. Ficou lindo não?

Então, sabendo aplicar as técnicas do paisagismo corretamente, qualquer cantinho pode virar um espaço super agradável que convida a passarmos horas e horas contemplando um estado ímpar de espírito.

E você, o que achou de cuidar daquele espaço da sua casa ou do seu escritório que está precisando de um agrado mais natural e aconchegante?!

Fonte imagens: google

Como transformar espaços comuns em super atraentes utilizando as técnicas do paisagismo.

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Um emaranhado de fios e agora?

Sim, em um mundo onde tudo está girando em torno de smartphones, tablets, notebooks, roteadores e outros eletrônicos que nos colocam como consumidores de informação principalmente através das redes sociais. O brasileiro gasta 650 horas por mês navegando em redes sociais, 290 horas a mais do que em portais de notícias, ou seja, as redes sociais alcançaram 70% do total de usuários no Brasil. Pois é, e esse nosso hábito requer organização, afinal são tantos carregadores que precisamos usar durante o dia que as vezes eles se transformam em um emaranhado de fios e isso não contribui para a organização da sua casa.Organização da casa também faz parte de um projeto de design de interiores e como amamos te ensinar design de interiores, vamos sugerir algumas dicas para acabar de vez com o emaranhado de fios que bagunçou sua casa. Vamos lá?

1- Etiqueta e organização em baixo da bancada

Nada melhor para você localizar o fio do que escrever qual eletrônico ele pertence.

Depois instale um suporte bem abaixo da bancada para segurar uma régua elétrica para que você ganhe mais pontos de energia que ficarão escondidinhos.

2- Dentro de uma caixa

Esconda a régua dentro de uma caixa (que seja segura no caso de um curto circuito). As tomadas de todos os eletrônicos entrarão pela mesma entrada da caixa, deixando os fios organizados e na mesma posição e do outro lado sairá a tomada. Simples, prático, rápido e bonito =)

3- Suporte para a régua criativo

Essa ideia é super criativa e deixa o móvel bem charmoso. Criar uma “bolsa” externa afixada no móvel para apoiar a régua. De fácil acesso, se você escolher uma estampa tão lindinha quanto essa, seu projeto vai ficar encantador. Lindo não?

4- Camuflar os fios e torna-los decoração

Se não pode viver sem eles, junte-se a eles. Essa ideia transformou os fios em parte da decoração do quarto quando eles se incorporam ao adesivo de parede! Super original e muito fácil de fazer.

5- Móveis e gavetas

Usar as gavetas para armazenagem. Super original e fácil de fazer.

E aí, o que você achou? Gostou? Não? Então, deixe um comentário. 🙂

Pesquisa: 6i.com.br | decorarcomcharme | Pinterest | ikea

Fonte: Deadline Marketing

Um emaranhado de fios e agora?

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Como construir uma carreira gratificante em Design de Interiores

Não basta somente escolher um curso baseado em gostos pessoais, interesses e aptidões. Isso não é determinante para que a carreira seja adequada.

A falta de informação na hora de escolher um curso é um agravante. Um exemplo é o jovem que tem interesse em trabalhar com design de interiores atendendo clientes, participando de mostras e feiras de decoração. Se ele opta por um curso onde o foco é desenvolver artigos e pesquisas científicas com o intuito de atuar no meio acadêmico, as frustrações surgem.

Muitas pessoas acabam se frustrando na carreira de design de interiores, porque os conteúdos programáticos dos cursos escolhidos não são analisados de forma prévia e coerente.

Conteúdos curriculares, como estudos dos princípios do Design, cores, composição espacial, assim como técnicas de desenho voltados para projetos e planejamento dos espaços, é uma característica comum entre todas as escolas deste segmento. Todas trabalham com o mesmo programa.

Para que você alcance o objetivo de realmente se tornar um DI praticante, você precisa passar por um Programa de Ensino que permita aprender teorias e práticas de forma que REALMENTE TE CONDUZA a realizar projetos capazes de levá-lo a uma carreira promissora.

Faculdades que visam diplomas de parede, ostentados para os parentes, o mito do nível superior na doutrina brasileira foi embuçado como garantido, assim, o objeto muitas vezes é pervertido.

Mas, como saber escolher o melhor conteúdo programático que satisfaça as minhas expectativas?

Aqui neste post vamos te ajudar a escolher o melhor programa de ensino em Design de Interiores que foca o mercado de trabalho, então atente-se aos seguintes pontos:

  • Pergunte ao atendimento da escola que você pretende se matricular, se você pode ter acesso ao conteúdo e ferramentas de aprendizagem. Aí, veja se as aulas são apenas expositivas na lousa com algumas bibliografias para pesquisa, se as vídeo-aulas são aquelas estáticas, mecânicas, ou se são interativas buscando a reflexão do conteúdo. Escolas que apresentam dificuldades nas respostas, ou não tenham como mostrar estas ferramentas, não parecem preocupadas com sua carreira profissional.
  • Escolas de Design de Interiores devem estar preocupadas em oferecer um programa de competências treinadas, pois os designers de Interiores lidam em colaboração com arquitetos, empreiteiros e outros fornecedores de serviços, além dos clientes, e precisam se comunicar com clareza e eficácia. Solicite informações sobre estas competências treinadas. Se a escola oferece, então veja se são trabalhadas dentro do curriculo apenas com aulas expositivas onde você tem acesso a um texto que deve decorar para a prova, ou se é trabalhado exemplificando situações corriqueiras do dia a dia do profissional. Questione como.
  • Atente-se para as credenciais do Diploma!! Pergunte ao atendimento se a escola é credenciada por órgãos competentes. Credenciais são reservadas a cursos que passam por processos de supervisão dos projetos pedagógicos e planos de cursos pelos órgãos competentes. Os órgãos de acreditação para as escolas de design de interiores é o MEC/CEE e o CFT, e desenvolvem diretrizes e metas para o futuro da educação em design de interiores e oferecem a oportunidade de você receber estas credenciais.
  • Pergunte como são as aulas práticas! Muitos programas de ensino vão te dizer que aulas práticas são aulas em laboratórios. O sentido das palavras “aulas práticas”, é trabalhar com os alunos situações reais do cotidiano do profissional no dia a dia, através de exercícios inteligentes, que buscam você refletir a serventia do conteúdo exposto para o mercado profissional.
  • Verifique qual programa de desenho por computador a escola trabalha no curso de design de interiores. Para que você saia atuando no mercado, você precisa obter desenvoltura com os programas autocad para desenhar plantas e vistas, e também o sketchup e promob para desenhos tridimensionais. São eles que vão representar toda sua criatvidade projetual desenvolvida para o cliente. O promob especificamente, é o mais trabalhado em lojas de móveis planejados e sob medida, ou seja, se você não encontra este programa no currículo do curso, você terá dificuldades de ser contratado por estas empresas. Veja também se a Instituição é um centro de treinamento da promob, isso significa que ela trabalha com seus alunos, as últimas novidades, e o que há de mais atual neste programa.
  • Os concursos nacionais são uma forma de mostrar o talento do aluno, pois ele concorre com projetos de alunos de escolas de todo o Brasil, tanto escolas técnicas como superior, o que ajuda a criar um curriculo profissional consistente. Atente se a escola que você está querendo se matricular, promove concursos nacionais voltado ao design de interiores aos seus alunos, e busque conhecer os alunos premiados nestes eventos.
  • Infelizmente muitos programas de ensino, para fechar a carga horária do curso perante ao MEC, utilizam conteúdos de outros cursos dentro do curso de design de interiores. Isso porque facilita para a Instituição no quesito economia de recursos. Só que este conteúdo mesmo sendo pertinente a área, ele é dado de forma genérica e não direcionada ao design de interiores especificamente, o que torna a aprendizado disperso pois o conteúdo não é exemplificado com exemplos do cotidiano profissional, com base nas rotinas do designer de interiores atuante.
  • E o ponto mais importante de todos eles. Procure conhecer a história de quem já se formou no curso. Isso é importante para comprovar se a proposta de ensino, de fato, cumpre com o que é divulgado.

Bom, depois de ler todos os pontos aqui mencionados, você acha que consegue distinguir qual o programa de ensino vai te surpreender ou te frustrar?

Se você está pensando em design de interiores como uma carreira, então lembre-se de todos os itens mencionadas acima. Os designers de interiores enfrentam desafios todos os dias; alguns difíceis de encarar, por isso a escolha do Programa de Ensino é importante para a construção de uma carreira promissora.

Mudou minha visão em composição espacial num todo, mesmo eu sendo arquiteto"

Alex Caminha
Arq/ Designer Interiores|ibdi

Como construir uma carreira gratificante em Design de Interiores

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Curso Técnico ou Tecnólogo em Design de Interiores

Muita gente fica confusa quando ouve o termo Curso Técnico de Design de Interiores. Será que é a mesma coisa que o curso tecnólogo em Design de Interiores? Porque ele dura menos tempo? A resposta é simples: Não, os cursos técnicos não são a mesma coisa que cursos tecnólogos, eles são uma categoria especial do Sistema de Ensino Brasileiro.

O Ministério da Educação classifica os cursos técnicos como educação profissional técnica e os cursos tecnólogos e bacharéis como educação superior (faculdade). 

Com a Regulamentação da profissão, não há distinção entre as atribuições profissionais de alunos que frequentam cursos técnicos, tecnólogos ou bacharéis. Isso quer dizer, que a Lei reconhece o título de designer de interiores, independentemente da formação.

Porém, o objetivo do curso técnico é inverso ao de uma faculdade.

Fonte: www.designerd.com.br

O método de ensino do curso técnico em Design de Interiores é voltado para a vida cotidiana do dia a dia do profissional atuante, de maneira direta e objetiva focando no que dá certo, no que funciona com base na experiência do profissional da área. 

É uma boa opção para quem quer velocidade, entrar rapidamente no Mercado de Trabalho, participar de mostras e eventos de decoração, estar em contato com este público e principalmente desenvolver projetos para seus clientes. Isso porque este curso vivencia o mercado sem a necessidade de investir muito tempo e dinheiro, abraçando todas as competências e habilidades de uma formação plena.

Estudantes e profissionais de arquitetura, engenharia, projetistas, optam pelo curso técnico de design de Interiores porque desenvolvem de forma rápida e acessível, as técnicas e habilidades que foram negligenciadas pela faculdade.

E com o salário que recebe atuando como profissional, pode-se investir numa faculdade de Arquitetura o que vai ampliar a atuação profissional para o nicho da construção civil, inclusive apresentando melhor rendimento porque já detém as habilidades adquiridas no curso técnico de design de interiores, além de já estar atuando no mercado, adquirindo network, experiências profissionais.

A profissão está sendo muito difundida e com isso a necessidade de profissionalização técnica é iminente e não é uma coisa que poderá ser negligenciada futuramente. Mantenha-se sempre atualizado, afinal estudar faz parte do profissional que é comprometido com a sua profissão.

Fonte de Referência: http://www.coresdacasa.com.br/  http://www.guiadacarreira.com.br/ 


“Há dois anos quando abri meu escritório, procurei ampliar o meu conhecimento, criando novas formas de executar os projetos, em uma busca diária pelo novo, belo e funcional. E o curso Técnico do IBDI foi um passo fundamental nessa direção de conquistar novos horizontes".

Suelyn C. S. Baldo/ Técnica em Design de Interiores
Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

Ajudamos pessoas com paixão por design de interiores, pessoas como você, a descobrir como é fácil aprender habilidades profissionais desta área estudando conosco.

Curso Técnico ou Tecnólogo em Design de Interiores

 

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Design de interiores ou Decoração? Técnico/ Tecnólogo/ Bacharel, qual é o melhor para as minhas necessidades?!

Para trabalhar nesta área, que tem um leque de oportunidades para atuar, você primeiro precisa escolher um Programa de Ensino, um curso que te capacite para exercer esta profissão. E são muitos que existem.

Os iniciantes na área, tem muitas dificuldades de entender o que, de fato faz o designer de interiores e o decorador. E muitos não sabem qual modalidade de ensino escolher para se tornar um profissional, se é melhor curso técnico ou bacharel por exemplo.

Então, antes de você se jogar nesta profissão, preparamos este guia que vai explicar tudo o que você precisa saber para se tornar um designer de interiores ou decorador, obtendo uma carreira promissora elaborando projetos encantadores que vão surpreender seus clientes e você claro, ser recompensado por isso.

As pessoas com paixão por decoração, a primeira coisa que fazem é ir em busca de um curso, e então se depara com os temas design de interiores e decoração de interiores. Aí vem a dúvida: "Mas, qual é a diferença em fazer um e outro?" E mais ... "Qual deles eu preciso afinal?"

Bom, os decoradores se concentram na estética, com o foco na superfície do espaço. Ele vai trabalhar digamos, com a maquiagem do ambiente. Isso significa que você vai trabalhar em cima dos ambientes que já tem piso, gesso no teto, instalação elétrica pronta. Você então vai definir um estilo para o ambiente, selecionar as tintas para paredes, escolher as luminárias, os tecidos e padronagens para os sofás, roupa de cama e cortinas por exemplo, selecionar e dispor tapetes e arranjos de quadros nas paredes e reposicionar os móveis de lugar, fazendo uso, claro, dos princípios da organização dos elementos no espaço para deixá-lo mais harmonioso.

Para realizar esta profissão, o decorador não precisa ter um curso formal, porque ele não trabalha com elementos estruturais, quebras de materiais. Porém isso não quer dizer que você não precise realizar cursos para se aperfeiçoar na área. A não ser, claro, que você já tenha experiência, seja autodidata. Aí sim você pode atuar tranquilamente sem precisar fazer nenhum curso.

Já, os Designers de interiores além do trabalho dos decoradores, eles também reconstroem o espaço através da releitura do layout e de intervenções. Realizam projetos de iluminação e gesso criando efeitos cênicos e assentam revestimentos nos pisos e paredes auxiliando o arquiteto ou engenheiro a resolver os espaços da edificação. É o designer de interiores quem melhor entende das necessidades do cliente referente ao interior, por isso, é ele quem complementa o fechamento da obra. Em outras palavras, se o cliente quer alterar o revestimento do piso, alterar gesso, retirar ou colocar paredes, quer móveis sob medida, além, de somente maquiar o espaço, ele vai precisar de um designer de interiores.

O trabalho envolvido inclui desde o atendimento do cliente, planejamento do espaço, desenho de móveis, projeto de iluminação e de gesso e paginação de piso. Trabalham em estreita colaboração com arquitetos (ou engenheiros) no que tange a parte estrutural da obra, e com empreiteiros (gesseiros, marceneiros e pintores,) que o ajudam na execução dos projetos.

Ah, antes que eu me esqueça. Muitas pessoas confundem design de interiores com designer de interiores, trocando suas funções, mas é importante saber a diferença para não gerar conflitos de significados. Design é o serviço em si. Ex.: Eu trabalho com design de interiores. Já designer é o profissional que executa o serviço. Ex.: Eu sou designer de interiores.

Algumas escolas ainda confundem os cursos, ofertando cursos de decoração como sendo de design de interiores. Os cursos de design de interiores são cursos, como já dissemos, que envolvem mais conhecimentos e por isso requerem carga horária maiores. Cursos de Design de Interiores reconhecidos pelo MEC e Conselhos Estaduais de Educação possuem carga horária mínima de 800h. Então se você encontrar um curso menor que 800h, os órgãos educacionais não reconhecem.

Para poder atuar no mercado de trabalho existem 4 modalidades de cursos de design de interiores:

Cursos Técnicos, Tecnólogos, Bacharel e Pós-Graduação. E aí vem a dúvida!! O que é melhor fazer? E mais, qual deles se encaixa nas minhas necessidades? O fato é que todos têm vantagens e desvantagens e tudo vai depender do objetivo que você quer alcançar.

Com a Regulamentação da profissão, através da LEI Nº 13.369, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2016, não há distinção entre as atribuições profissionais de alunos de cursos técnicos, tecnólogos ou bacharel. Isso quer dizer, que a Lei reconhece o título de designer de interiores, independentemente da formação.

Se você opta por um curso acadêmico, no seu contexto sócio econômico e cultural, onde o conteúdo é trabalhado com uma visão mais teórica, voltado a pesquisas científicas, defesas de teses e você deseja atuar no meio acadêmico, você deve escolher o Bacharel. Dura na faixa de 4 anos, os valores praticados são bem altos e a carga horária gira em torno de 2.400 h. 

O tecnólogo é uma faculdade que dura em torno de 2 a 3 anos, tem carga horária mínima de 1.600 horas, inclui  na grade curricular estudos científicos e matérias teórico-práticas. Você pode fazer pós graduação.

O curso técnico tem duração média de 1 ano, com carga horária que varia de 800h a 1.200h. É um curso especialmente voltado para a prática do dia a dia do profisional atuante no mercado de trabalho, e você pode fazer pós graduação caso já tenha graduação em alguma área realizada anteriormente.

Perante a Lei que regulamentou a profissão, todos os cursos possuem as mesmas atribuições, porém, somente algumas escolas podem oferecer o Registro Profissional aos seus alunos  proporcionando credibilidade, respaldo profissional e a segurança do cliente na contratação do serviço. 

A pós-graduação dura em torno de 1 ano e meio, tem carga horária aproximada de 450 horas, sendo um curso que trabalha o design de interiores com foco em conhecimentos específicos de importância relevante para o aluno atuar em um segmento no mercado.

A pós-graduação em design de interiores só poderá ser utilizada para atuar profissionalmente, se o aluno obtiver conhecimentos comprovatórios prévios em design de interiores.

Como vemos, todas essas opções capacitam você a se tornar um(a) designer de interiores. Porém, o fato de realizar um curso na área, não significa que você terá uma carreira bem sucedida. Apesar de parecer exagero, existe sim uma coisa que faz toda a diferença entre o Programa de Ensino que tem um sucesso surpreendente na formação dos alunos e programa de ensino frustrante. Saiba Mais, clique aqui.

Abraço,

Dayane K. Comellini Arq./Mentora Cursos IBDI

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Design de interiores ou Decoração? Técnico/ Tecnólogo/ Bacharel, qual é o melhor para as minhas necessidades?! ibdi

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Você sabe o que é decoração Wabi-Sabi?

DECORAÇÃO WABI-SABI?


Com as suas origens enraizadas numa antiga arte japonesa, wabi-sabi é uma nova forma de viver e de decorar.  Wabi-sabi é a arte da beleza imperfeita, ou seja, dá-se valor à autenticidade, ao natural e ao simples, indo de contra a ostentação.

A arte do wabi-sabi surge durante o século XV, e se opõe à riqueza e ao luxo emergente. Ela é ligada ao budismo zen, que visa transmitir energias positivas e uma certa espiritualidade para a casa e, principalmente, para os seus habitantes.

O wabi-sabi defende que o nosso lar deve ser, acima de tudo, um local sagrado e não um local apetrechado de objetos, distrações e ruídos visuais.

Os seguidores dessa arte, colocam de lado a procura constante pela perfeição e concentram-se na beleza das coisas tal e qual elas são; no conforto e no bem-estar que essa naturalidade transmite. Definitivamente para eles, “menos é mais".

“Wabi” significa “coisas simples e frescas” e “Sabi” significa “coisas cuja beleza foi adquirida com a idade”. 

Viver de forma modesta e aprender a sentir-se satisfeito com aquilo que tem depois de eliminado o supérfluo, é a filosofia do wabi-sabi.


E como esta arte está sendo aplicada na decoração? Bom, ela não difere muito deste conceito.

1. Os ambientes são minimalistas, simples, orgânicos e modestos.

2. São espaços sem muito apetrechos, onde os artigos dominantes são exclusivamente os essenciais. Essa escolha é feita baseada na sua utilidade, beleza ou sentimentalismo (ou os três).

3.A gama de cores da decoração wabi-sabi fica entre o branco e nos tons terra.

4.O uso de materiais naturais são utilizados (madeira envelhecida, pedra esfarelada, barro, lã, algodão cru, linho, caxemira, papel de arroz…) em vez de materiais artificiais e/ou luxuosos (plástico laminado, mármore polida, placa de vidro, porcelana, poliéster, lycra…).

5.Em termos de peças de decoração, são utilizadas as artes decorativas, mobília e elementos reciclados/reaproveitados, objetos feitos à mão e encontrados em feiras de usados, antiguidades e outras do gênero.


6. A Natureza é uma companhia constante e deve ser trazida para o interior sempre que possível: plantas e flores, de preferência do campo, e até ramos de árvore são bem-vindos. Neste contexto, a única “exigência” é que a flora utilizada seja da estação do ano em vigor.

7. A luz natural e a de velas também de utiliza constantemente.


8.A organização da casa é fundamental. Deixar tudo arrumado, organizado. Os objetos não utilizados são reciclados ou doados;

9. Expor peças com alma, elevado simbolismo ou sentimentalismo como fotografias antigas da família, lençóis e toalhas bordados a mão, uma escultura amadora feita por um ente querido, um conjunto de pedras apanhadas à beira-mar ou um desenho colorido do seu filho.

10.Criar um espaço pessoal que serve de refúgio e/ou de meditação.

11.Apreciar a imperfeição – a presença de arranhões e fissuras na mobília, portas ou objetos é considerado um símbolo da passagem do tempo e da forma carinhosa e natural com que foram utilizados. No ambiente certo, as peças gastas por anos de uso ganham uma magia reconfortante, são companheiros de uma casa, testemunhos de uma vida.


E você! Se identifica com a decoração Wabi Sabi? Já percebeu este estilo nas revistas de decoração, feiras, lojas? 

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