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Sanca ou rebaixo de gesso

Para rebaixar o teto, os forros e as sancas de gesso são os mais utilizados. Muitos acham que eles são a mesma coisa, mas na verdade, há diferenças entre eles.

O forro de gesso fica a alguns centímetros de distância da laje e da parede, percorrendo todo o teto de forma uniforme permitindo a instalação de luminárias em diversos pontos, e não somente no centro do ambiente, o que gera maior flexibilidade no projeto luminotécnico.

Já a sanca é um acabamento de gesso instalada no ponto em que o forro e a parede se encontram, podendo ser apenas decorativa ou conjugada com a iluminação do ambiente. Ela pode ser aberta ou fechada, com ou sem iluminação embutida.

Hoje na decoração, existem também as sancas invertidas, que é um rebaixo do forro de gesso no teto com a mesma proposta da sanca aberta que é uma iluminação indireta, porém, neste caso, a iluminação é voltada para as laterais, para as paredes e não para o centro do ambiente.

Este é um rebaixo com negativo. veja ali do lado que tem um pequeno espaço, que é a dilatação que os gesseiros deixam, e que hoje virou moda decorativa!

Esta sanca é aberta e a iluminação é embutida e, dependendo da lâmpada ali colocada, pode focar de forma direta ou difusa. Em outros modelos, a iluminação é feita ali dentro da sanca mesmo, proporcionando o efeito indireto.

Esta sanca é invertida, com iluminação embutida dando este efeito indireto, decorativo!

Esta é a sanca invertida, veja que há um espaço grande entre o teto e a parede e inclusive tem iluminação embutida

Sanca ou rebaixo de gesso

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Rochas naturais ou industrializadas?

Vai projetar o ambiente e não sabe qual tipo de rochas vai utilizar em seu projeto? Nós designers de interiores vamos te auxiliar listando alguns pontos que você tem que prestar atenção. Geralmente, o cliente só analisa a estética e o custo, mas por falta de conhecer os detalhes dessa escolha, não tem como analisar a melhor opção.

Dividimos em duas categorias de pedras ornamentais: pedras naturais e pedras industrializadas.

Fonte: Marmoraria Alonso

PEDRAS NATURAIS

São utilizados para composição de móveis são o mármore e o granito. Uma das principais diferenças entre os dois é que o mármore tem maior porosidade, absorve a gordura, e perde o brilho com produtos de limpeza pesada, porém possui o desenho dos veios bem definidos, devido a sua forma de extração que é feita em camadas. Já os granitos são mais resistentes, têm uma aparência mais granulada e várias colorações.

PEDRAS INDUSTRIALIZADAS:

São uma mistura de pedras naturais trituradas e misturados com agentes aglutinantes. As pedras industrializadas mais conhecidas são o corian, silestone, quartzo stone e o porcelanato.

CORIAN: É a combinação de minerais naturais e polímero acrílico puro, podendo ser encontrado em formas e cores variadas. O Corian não apresenta emendas, não é poroso, é resistente a manchas e a umidade e maresia.

>> Saiba Mais sobre o Corian

SILESTONE: A composição do silestone é de 95% quartzo, que é o material natural mais abundante do planeta, com mais 5% de resina de poliéster como elemento aglutinante e pigmentos especiais.

>>> Saiba Mais sobre o Silestone

QUARTZO STONEO  é um material sintético (composto de 94% de quartzo natural), que tem como grande vantagem a alta resistência + as cores uniformes. O Quartzo Stone é na verdade um “Silestone só que genérico” - “Silestone Chinês” e 50% mais barato, porque o Silestone é uma marca registrada, assim como o Bombril, Gilete, etc.

A diferença entre corian e quartzo Stone, está na proporção de material mineral e material sintético. O Corian tem mais material sintético, por isso pode ser em cor sólida. O quartzo Stone tem mais material mineral, por isso sempre tem algum brilho ou detalhe que demonstra a presença do quartzo.

Porcelanato com corte especial. Como o porcelanato não é um material poroso, ele apresenta grande facilidade de limpeza. Bancadas em porcelanato resiste ao calor do apoio de panelas quentes e suas características técnicas são superiores às das pedras naturais.

>>> Saiba Mais: Bancada de porcelanato

Agora é com você . Analise o melhor custo x benefício e arrase no projeto.

Rochas naturais ou industrializadas?

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Como decorar um Home Office

Home office definitivamente é uma tendência cada vez mais forte, além disso, pesquisas mostram que 38% das pessoas ficam mais produtivas quando seus escritórios são bem decorados. Está vendo a importância do Designer de Interiores??!!

Só que planejar a decoração de um home office não é tão simples quanto parece. Existem alguns “detalhes”, que para muitos passam despercebidos e se não forem trabalhados assertivamente, impactam de forma negativa no bem-estar de quem usufrui deste espaço.

Hoje vamos te mostrar resumidamente alguns dos aspectos relevantes sobre decoração de home office, que trabalhamos com nossos alunos dentro do programa de formação em design de interiores do IBDI, e que vão te ajudar no planejamento do seu, ou do seu cliente. 

São eles:

1. local onde será planejado o home office

2. Desenho e circulação

3. Iluminação

4. Paleta de Cores

5. Toque especial

1. local onde será planejado o home office

A primeira coisa que você tem que analisar é onde montar. Pode ser um quarto que não está sendo utilizado ou até mesmo um canto que você julgue conveniente, porém, NÃO MONTE O ESCRITÓRIO NO QUARTO. Juntar trabalho e descanso não vai garantir produtividade, nem relaxamento suficiente para exercer com qualidade.

2. Desenho: circulação e mobiliário

Após definido o local, desenhe uma planta baixa para que você consiga avaliar todas as possibilidades.

Você pode desenhar a planta baixa em um papel quadriculado, lembre-se que cada quadradinho do papel representa 25 cm na escala 1:50 e dessa forma pode delimitar os móveis no ambiente, sempre preservando a circulação em volta.

E em relação aos móveis, toda escolha merece atenção porém a cadeira (que é onde você passará mais tempo) tem que ser confortável e ergonômica.

3. Iluminação

Outro item é a iluminação. Iluminação natural sempre, porém alguns momentos o usuário vai necessitar de luz artificial, então requer luminárias específicas para o momento de trabalho. E porque especificas? Porque se passam muitas horas no local, e a iluminação adequada também auxilia no estímulo do processo criativo e na concentração.

A área de trabalho deve ter uma iluminação uniforme e não ofuscante, para evitar fadiga nos olhos, para isso, coloque um foco de luz direcionado para o local onde as tarefas são realizadas, sem o risco de bloqueios que causem sombras.

4. Paleta de Cores

Utilizar cores no espaço, seja nas paredes através de pintura ou dos revestimentos, faz diferença no visual do home office. Mesmo com cores mais vibrantes, se trabalhadas numa paleta menos saturada, não se perde a formalidade do espaço, contribuindo com o bem-estar. Veja este vídeo sobre como utilizar paletas de cores.

5. Toque especial

Por fim, dê o toque pessoal que você ou o seu cliente busca. Coloque objetos que represente a personalidade do usuário, e transforme esse ambiente em um local charmoso e agradável para trabalhar.      

Fonte: Ikea e Meu espaço com estilo

Como decorar um Home Office

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Acabamento Laminado High Gloss para MDF

Engana-se quem acha que só o acabamento laqueado é que proporciona alto brilho às madeiras. 

O acabamento laminado high gloss já vem laqueada em chapas de MDF, pronta para o uso, ou seja, não há necessidade de perder tempo com o processo de laqueação do móvel, pois sai pronto de fábrica e 40% mais barato do que o processo convencional. 

Reproduz a madeira natural e os padrões Branco e Preto são ótimas opções ao uso do vidro, barateando e dando praticidade ao projeto. Confira os vídeos:

Acabamento Laminado High Gloss para MDF

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Como iluminar ambientes de pé direito duplo

Você sabe iluminar um ambiente de pé direito duplo?

Primeiramente gostaria de dizer que estou muito feliz de estar compartilhando uma pequena parte dos meus conhecimentos adquiridos no Programa de Formação Profissional em Design de Interiores do IBDI. Vamos lá!

Se você não souber aplicar a iluminação corretamente, o seu projeto corre o risco de fracassar. Por isso, você deve atentar-se ao tipo de lâmpada utilizada, ao facho de abertura dela e também ao efeito/ cenário que você pretende dar a este espaço, se é mais geral ou mais intimista.

A iluminação de pé direito duplo se faz com luminárias embutidas, de sobrepor, pendentes e lustres, ou ainda mista combinando os embutidos com lustres ou pendentes. Vai depender do estilo decorativo que você definirá no projeto.

Se a opção é por embutir ou sobrepor luminárias no teto, você deve escolher lâmpadas AR111 ou PAR 30 que são as mais indicadas para este tipo de projeto. Estas lâmpadas, que podem ser halógenas ou de LED, tem angulações que variam aproximadamente entre 8 a 60 graus, possibilitando fachos mais abertos ou mais fechados. Os fachos mais fechados são indicados para destaque de peças decorativas e paredes, já as de fachos mais abertos para complementação da iluminação geral.

Ambiente de pé direito duplo com iluminação de fachos mais abertos, dispersa mais a luz e ela pode chegar a altura do observador de forma ineficiente se não for escolhida a lâmpada certa. Por isso é indicada a PAR 30 ou AR 111, pois elas vencem pé direito de até 6 metros.

A escolha, se será AR 111 ou PAR 30 dependerá do efeito que você deseja no ambiente.

Veja que a lâmpada PAR possui uma lente rugosa, ao observar a sombra de um objeto iluminado por uma lâmpada PAR irá verificar que a sombra não é tão definida, focada, não é uma linha precisa, é algo suave, meio dégradé. Esse efeito é ótimo para fundir a luz de uma lâmpada com a outra. Por isso podemos indicar a PAR para luz de efeito mais homogêneo no ambiente, ao mesmo tempo difusa e localizada, que é diferente da luz pontual feita pela lâmpada AR.

A AR proporciona luz pontual de destaque com bastante precisão, o espaço entre o field e o bean é pequeno. Isso permite deixar um objeto bem iluminado, e seu entorno mais escuro acentuando o destaque, veja:

Você também, pode iluminar estes ambientes mesclando efeitos e lâmpadas, através do uso de circuitos independentes. Assim, você projeta diferentes cenários para que o cliente utilize conforme seu estado de espirito.Deve-se atentar para a altura entre o rebaixo de gesso e a laje, para que na hora de embutir a luminária, tenha o espaço suficiente.

Quanto aos pendentes e lustres, sempre escolher luminárias que sejam proporcionais ao espaço onde ela será instalada. O living é integrado, amplo e com pé-direito duplo? Os modelos maiores e chamativos aí já funcionam muito bem, verifique o preenchimento do espaço entre o teto e o piso sempre de olho no peso visual dos elementos. Não esqueça que o brilho aumenta a sensação de peso visual..

E por último, e não menos importante, não esqueça também de verificar se o tipo de soquete da lâmpada se adapta ao bocal  da luminária escolhida. No mercado há diversos modelos de soquetes, sendo os mais usados o E27 e o GU 10.

Bom, agora você já sabe o que deve levar em consideração ao elaborar o projeto de iluminação de espaços com pé direito alto. A partir de agora este pequeno guia irá te auxiliar na correta especificação da iluminação em seus projetos.

Como iluminar ambientes de pé direito duplo

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Rodapé sem obra, existe?

Muitos clientes procuram nós designers de interiores para projetos de decoração com baixo custo, então uma forma de atendê-los quando o piso está em bom estado, é trocar apenas o rodapé para dar uma nova cara ao ambiente. A Santa Luzia lançou um rodapé que não é preciso quebrar parede nem remover os rodapés antigos, e podem ser aplicados sobre rodapés de cerâmica, madeira, plástico ou qualquer outro material. Ele simplesmente encaixa no rodapé antigo.

Os rodapés são feitos de poliestireno reciclado, bem resistente e vem em vários acabamentos, porém o branco combina com qualquer tipo de piso e deixa todos os ambientes mais elegantes, assim você pode trabalhar com cores nas paredes ou nos elementos do projeto.

Não esqueça de verificar a altura do rodapé existente, o padrão é entre 6 e 8cm, até 8cm o rodapé encaixa perfeitamente. Abaixo o vídeo de instalação.

Rodapé sem obra, existe?

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Qual a diferença entre Ar Condicionado e Climatizador de Ar?

Com a alta das temperaturas, aumenta a procura por equipamentos capazes de refrigerar e reduzir a temperatura de ambientes como condicionadores de ar e climatizadores. Estar em um ambiente com a temperatura agradável é necessário, principalmente em um país tropical como o Brasil.

O equipamento ideal está a um clique de seu mouse, mas antes de trazê-lo para dentro de sua casa é preciso saber qual o tipo é o mais indicado às suas necessidades.

Ao contrário do que muitos pensam, climatizadores e condicionadores são muito diferentes em seu mecanismo ainda que, em sua essência, sejam usados para coisas semelhantes.

Então, para acabar com qualquer dúvida, veja o guia rápido para você entender qual é a diferença entre o climatizador e o ar condicionado.

Climatizador

O climatizador é uma espécie de ventilador com um reservatório de água. Antes do uso, é abastecido com água, o ar é puxado e enviado ao ambiente carregado de gotículas de água evaporadas e, assim, a temperatura do ambiente é reduzida.

Ganha-se, no caso do climatizador, em ecologia e em economia já que o consumo de energia pode chegar a até 90%. Todavia, é recomendado apenas para regiões onde o calor vem acompanhado de ar seco, com umidade inferior a 75% ou 70%. Em cidades com alta umidade relativa do ar, o climatizador pode ter desempenho reduzido.

Muitos poderiam ainda, confundir um climatizador com o umidificador. Apesar de ambos trabalharem com a umidade do ar do ambiente, o umidificador o faz como forma de melhorar a qualidade do ar.

Ar condicionado

O ar condicionado é o gigante do resfriamento. Ele capta o ar externo, refrigera e substitui o ar quente do ambiente por ele.

Uma das grandes vantagens é que seu termostato pode ser precisamente controlado, para que você possa dizer, com exatidão, qual a temperatura quer que seu ambiente esteja. Fique de olho, apenas, na potência e no tamanho máximo do ambiente para garantir que há autonomia suficiente para a refrigeração.

Outro benefício de muitos desses aparelhos é que, ao contrário dos climatizadores, é bastante comum aos aparelhos condicionadores de ar poderem ser revertidos para aquecedores. Assim, mesmo no inverno você pode aproveitar sua funcionalidade.

Para escolher um ar, fique atento: a medida da potência de um condicionador de ar é feita em BTUs. Aparelhos com até 7.500 BTUs são suficientes para resfriar cômodos pequenos, de até 10 metros quadrados.

Para ambientes maiores, procure equipamentos superiores a 10 mil BTUs.Os condicionadores ainda podem ser de parede ou split. Os de parede (ou de janela) são mais compactos e econômicos, mas se você procura potência, prefira o split, ele é capaz de resfriar com mais competência, principalmente ambientes maiores.

Você também precisa saber…

Quando comparamos climatizadores e condicionadores, algumas coisas ficam claras. A primeira é que os climatizadores são ótimos para um público que quer resfriar ambientes menores.

O ar condicionado é mais indicado para salas com muitas pessoas e mais metros quadrados.

O climatizador de ar pode derrubar a temperatura em até 12 graus (dependendo do modelo escolhido; consulte as especificações do aparelho antes de comprá-lo), e alguns modelos têm como vantagem a portabilidade sem necessidade de instalação, o que facilita o seu uso.

Muitos podem, inclusive, ser utilizados em ambientes abertos, um benefício importante.

O ar condicionado consome mais energia elétrica, embora alguns modelos sejam eficientes e inteligentes, desligando-se quando a temperatura é atingida. Eles exigem ambientes fechados, para aumentar o desempenho e reduzir o consumo, e tem como vantagem diminuir a temperatura. Em contrapartida, secam o ar, então pode ser uma boa opção adquirir, também, um climatizador ou umidificador. Há também modelos portáteis com rodinhas.

Este conteúdo foi publicado em Eletrodomésticos por Thaisa Alves no site http://guiadecompras.casasbahia.com.br

AGORA VEJA ISSO:

Infelizmente, muitos lugares que frequentamos não dispõe de refrigeração, o que gera um certo desconforto.Pensando em solucionar o problema dos espaços sem ar-condicionado próprio, uma startup russa desenvolveu o Evapolar, um equipamento leve, ecologicamente correto e fácil de usar.

O Evapolar pesa 1,6 kg e um reservatório para 710 ml de água. É claro que a potência do produto é menor do que o de modelos tradicionais (fixos). O consumo de energia é de no máximo 10W e de resfriamento é de 500W (mínimo de 17 ºC). Todo o funcionamento se dá através das nanofibras de basalto que atuam no processo de evaporação da água resfriada pelo Evapolar. Vale destacar que não há uso de gás freon, que é tóxico ao meio-ambiente.

Confira um vídeo dos criadores do pequeno ar-condicionado. Neles, os desenvolvedores explicam o seu funcionamento e até o comparam com produtos como ventiladores rotativos, por exemplo. (está em inglês).

Qual a diferença entre Ar Condicionado e Climatizador de Ar?
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Regulamentação da profissão de Design de Interiores

Os benefícios de ser um profissional regulamentado são diversos, dentre eles: uma maior segurança em relação aos profissionais atuantes no mercado, aquisição de diversos direitos e deveres, prestar concursos e, claro, dar à sociedade uma satisfação em relação as atividades que demandam fiscalização maior.

Na Regulamentação da Profissão de Design de Interiores através da LEI Nº 13.369, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2016, não há distinção entre as atribuições de egressos de cursos técnicos e superior. A Lei foi sancionada reconhecendo o título de designer de interiores, independente da formação.

Dessa forma, também podem atuar na área engenheiros, arquitetos e até auto-didatas. É isso mesmo, porém, para que sua carreira de fato decole, é necessário tomar conhecimento de algumas variáveis que são decisivas para alavancar sua carreira de Designer de Interiores.

Pense comigo:

Você contrataria um designer de interiores somente perguntando se ele tem diploma na área? Você estaria disposto a gastar $$$ em um projeto, somente pelo diploma que o profissional carrega? Ou você contrata um profissional que entendeu as tuas necessidades e você se sentiu seguro com ele? Ou ainda se ele entendeu as tuas necessidades e além de carregar um diploma, carrega também credencial em órgão de classe que o respaldam profissionalmente?

Para alcançar uma carreira de sucesso em design de interiores, você deve ir além do Diploma e do conhecimento técnico de composição de espaços. Saber lidar com pessoas é um dos quesitos. Resolver o "problema" delas encontrando soluções através da interferência dos espaços e entender o que, de fato, estão buscando, querendo, é fundamental para alavancar na carreira.

Digamos que o cliente pergunta algo sobre tal material de revestimento. Você deve dar uma resposta bem fundamentada, mostrando a ele que você domina o assunto, que você entende realmente. Do contrário, o cliente não verá valor no seu trabalho e sentirá inseguranças em te contratar.

Diplomas e credenciais entram para fazerem a diferença no sentido de ter uma obra executada por um profissional com formação na área e também com registro profissional no órgão de classe.

Você sabia que somente Instituições de Ensino credenciadas pelo Ministério da Educação ou através do Conselho Estadual Educação e que tenham no mínimo 800h podem oferecer a você o Diploma de Design de Interiores? Sim, escolas que oferecem cursos livres de qualificação profissional não tem habilitação para emitir Diploma, somente Certificado.

E o que seria este registro profissional?

CFT é um registro profissional do órgão de classe onde informa que o designer de interiores está apto e legalmente habilitado a exercer plenamente a profissão. Note, no entanto, que somente algumas escolas de Design de Interiores podem oferecer ao aluno a possibilidade de obter esta credencial e de tirar a TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) dos projetos desenvolvidos.

O CFT, se atendido os requisitos, garante aos alunos egressos do título de Técnico(a) em Design de Interiores as atribuições constantes na Lei regulamentada, adquirindo automaticamente o direito de projetar/executar projetos de interiores.

​Veja bem, da mesma forma que um paciente procura um médico portador de CRM, um cliente é defendido por um advogado que possui registro na OAB, o designer de interiores também tem o seu registro no CFT para projetar interiores. Registros profissionais respaldam o profissional e geram credibilidade, pois demonstra que este profissional está apto e legalmente habilitado a exercer plenamente a profissão! 

​Arquitetos e engenheiros tem diploma e também registro profissional em seus órgãos de classe CAU e CREA respectivamente, porém, os designers de interiores (com formação que lhes garante o registro profissional no CFT), tem tudo isso e muito mais. Eles possuem estudos específicos para projetos de interiores, ao contrário destes outros profissionais, onde a grade curricular é composta de projetos de edificações e estruturas apenas, com uma ou outra disciplina de interiores optativa em sua grade curricular.

EVITE PROBLEMAS FUTUROS

Para quem deseja atuar com execução dos projetos de design de interiores, e evitar problemas com fiscalização da obra e, principalmente aborrecimentos com o cliente que pode ter sua obra eventualmente autuada por irregularidades, é importante que faça uso do registro profissional, porque em algum momento da profissão, irá precisar.

O Registro Profissional do CFT é importante, e vale lembrar que a profissão está sendo muito difundida e com isso a necessidade de profissionalização técnica é iminente e não é uma coisa que poderá ser negligenciada futuramente. 

Regulamentação da profissão de Design de Interiores

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O que faz o Designer de Interiores

Parte integrante da primeira aula do Programa de Formação  em Design de Interiores do ibdi.

E aí, o que achou? Você quer conduzir sua paixão por Design de Interiores em uma Profissão?

O mercado cresce a passos largos pois cada vez mais pessoas se interessam em ter suas casas, escritórios, lojas, consultórios, montados com a sua personalidade, seu estilo.

Porém se tornar um Designer de Interiores não é mágica, é um passo a passo muito bem estruturado pois é uma profissão que você precisa ser criativo, imaginativo e também disciplinado e organizado para conseguir desenvolver ambientes atraentes e funcionais para seus clientes, e isso é simples, acredite, mas quando se aprende da forma correta.

VOCÊ FAZ PARTE DOS 78,9% ?

O que faz o Designer de Interiores

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Sabe qual requisito está impedindo os profissionais e empresas de Design de Interiores a obter o sucesso almejado?

Apresentação de projetos 3D para seus clientes!

Isso mesmo. Apresentar projetos em 3D hoje é pré-requisito básico para qualquer pessoa que trabalha no setor de móveis e interiores.As pessoas gostam de visualizar sua casa ou ambiente decorado antes mesmo de estar pronto. O programa Promob proporciona esta sensação da realidade dos ambientes, e faz com que o cliente já se sinta parte dele, e, apresentando seus projetos com imagens que causam impacto, ajudam e muito no fechamento do projeto com o cliente.

Foto de projeto da aluna do IBDI: Tamara Godoz

As principais grifes de móveis do Brasil utilizam o software Promob. São mais de 12 mil lojas em todo país, ou seja, milhares de oportunidades para que seu investimento no curso seja rapidamente convertido em oportunidades de emprego.

O programa auxilia com informações precisas da quantidade e do tamanho das placas de madeira que deverão ser usadas em cada projeto. Ele possui também alguns blocos 3D e materiais pré setados que auxiliarão a criação da volumetria 3D final com mais rapidez.

O Promob possui uma biblioteca bem variada, porém, caso seja de interesse do projetista, é possível a criação de formas livres, como tampos, gessos e rodapés. A construção dessas formas é feita através da ferramenta Geometria, disponível no menu superior do programa. Apesar de ser um pouco mais complexa, utilizar a Geometria pode ser importante no seu projeto, para criar objetos originais e deixá-lo mais exclusivo.

A luz padrão do Promob tem o efeito de uma luz ambiente. Há também outras opções de iluminação, tais como a luz spot, que permite configurar a posição do foco da luz, iluminando o projeto de forma pontual e a luz linear, que gera pontos de luz na renderização. Além disso, caso queira deixar seus itens com efeito mais real no render, o Promob permite mexer nos efeitos dos materiais, sendo possível ter resultados diferentes de um determinado objeto, utilizando o mesmo tipo de material

No mercado existem as versões Promob Arch e o Promob Plus. O Arch tem alguns itens de decoração que o Plus não tem, entretanto, o Plus trabalha com programa de módulo orçamento. Mas e aí qual Promob eu devo escolher?

Bom, a Promob Software Solutions, desenvolvedora do Promob, afim de facilitar o estudo do aluno, desenvolveu uma versão que une os recursos do Promob Plus e Promob Arch em um único programa, tornando-se um programa super completo e que não para por aí. Esta versão, chamada de Promob Academic, ainda tem a vantagem de dispor em sua biblioteca a ferramenta Promob Real Scene sem precisar de um plugin para ativá-lo.

Porém o programa foi criado para treinamento e só está disponível em centros homologados Promob, ou seja, para realizar o curso Promob Academic, é necessário realizar o curso em centros autorizados pela empresa Promob. O IBDI é um deles, e disponibiliza a versão Promob Academic para o curso presencial.

No curso, o IBDI trabalha a Apresentação da Área de Trabalho, Barras de Ferramentas, Comandos, Arquivos (leitura e gravação), Coordenadas, Controle de Visualização, Impressão de Trabalhos e Elaboração de Projetos.

Foto de projeto da aluna do IBDI: Rafaele Brenneissen

Enfim, é um software bastante versátil, e seu uso é bastante intuitivo e de fácil aprendizado, desenvolvido inteiramente em português especialmente para designers e arquitetos. E o melhor: você pode aprender a usá-lo estudando no IBDI!

Você terá acesso a uma licença Promob* para que possa realizar seus estudos de casa e ter um aproveitamento ainda maior. Além de obter vantagens diferenciadas na aquisição das licenças Promob!

*consulte licença e período de expiração.

Consulte as RECOMENDAÇÕES para software e hardware para a instalação da licença Promob.

Matrículas curso presencial: >>> Clique Aqui <<<

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