Como se tornar um Designer de Interiores e alcançar  Resultados Significativos em apenas 1 ano de estudos.

O desafio de passar no vestibular e achar que seguindo o roteiro de entrar na faculdade resulta em êxito profissional, não significa que você terá uma carreira bem sucedida. 

1.
Nos dias atuais o que acontece com os Designers de Interiores,

é que o profissional quando chega ao mercado, encontra um cenário totalmente diferente do que tinha em mente. Tudo o que esperava era sair da escola projetando ambientes e assim conquistar o reconhecimento profissional, mas o que ocorre é que para alcançar este reconhecimento, ele terá desenvolver e trabalhar competências que ele não desenvolveu na fase escolar, então a motivação cai e surge o senso de frustração.

2.
A justificativa que se ouve destes profissionais recém formados, é

que “a empresa não está alinhada com aquilo que eu imaginava”. Só que eles não sabem que chegando no outro emprego vai acontecer a mesma coisa. E isso é o que as empresas reclamam, de não conseguir atender este profissionais e nem encaixá-los nos perfis ou vagas que possuem.

3.
E como se conserta isso? Porque se o profissional sai preparado e se frustra, e as empresas também se decepcionam com eles, é uma situação complicada...

Mesmo em época de pleno emprego pois cada vez mais as pessoas estão conscientes do papel do profissional, as empresas encontram enormes dificuldades de contratar profissionais qualificados. Elas alegam que os profissionais possuem pouco conhecimento técnico necessário para exercer as funções, como sondar clientes por exemplo, e entender suas reais necessidades para propor as soluções adequadas, e assim desenvolver projetos assertivos. 

Mesmo ele tendo aprendido a compor ambiente através da teoria da percepção, estudo das cores, iluminação, e aprendido a desenhar plantas baixas e elaborar projetos, ao sair para o mercado ele não consegue aplicar estes conhecimentos no dia a dia da profissão. Estes profissionais até têm noção, um certo bom gosto, mas não sabem como fazer e ficam com vergonha do cliente perceber suas inseguranças e pegar falhas por não saber as etapas do projeto.

4.
Isso se deve a duas vertentes:

Muitos jovens escolhem uma profissão sem vontade real, baseados em falsas ideias, nas expectativas dos pais, no mito do diploma de ensino superior ou em aspirações de conquistas materiais. Por isso, lhes falta o que chamo de "brilho nos olhos". E não são esses os profissionais que o mercado de trabalho brasileiro quer e precisa para vencer os desafios impostos por um mundo cada vez mais globalizado, interligado, dinâmico e mutável.

Outro fator é a discrepância entre o que é ensinado no mundo acadêmico e o mercado de trabalho, pois a abordagem técnica do conteúdo é muito baixa, se restringindo a livros e artigos. Embora o mundo acadêmico possibilite grande conhecimento teórico, ficar restrito apenas aquilo que se aprende dentro dos muros de uma Universidade pode ser um grande empecilho na hora de entrar no mercado de trabalho.

Fonte: Designerd

As Instituiçoes de ensino, tem muitas dificuldades de transformar conceitos subjetivos em necessidades e respostas concretas, em outras palavras, não conseguem ligar o conteúdo trabalhado na grade curricular deste curso, com as etapas vivenciadas na prática diária do profissional atuante no mercado. Os conteúdos são ministrados sem explicar ao aluno o porquê de ensinar isso ou aquilo, assim o aluno não entende a importância/ serventia desta aprendizagem quando estiver atuando no mercado.

5.
Um exemplo disso é a própria História da Arte e do Mobiliário,

onde a maioria destes sistemas passam os conceitos da arte, mas não explicam ao aluno que ele pode ter um cliente que muito provável seja um apreciador da arte e que o aluno quando atender este cliente, deve saber conversar com ele sobre. Afinal, se o cliente perceber que ele não domina o assunto, é logico que é um projeto perdido, pois o cliente nao vai querer realizar um projeto de interiores com alguém que nao lhe passa segurança, estabilidade, alguém que foi ensinado a decorar o assunto para passar na prova.  

Sistemas de Ensinos falhos não dão importância a sinergia existente entre o conteúdo ministrado e a vivência prática. O treinamento, então, é insuficiente. Os alunos acumulam saberes, passam nos exames, mas não conseguem mobilizar o que aprenderam em situações reais, no trabalho. E para piorar a situação, criam maiores expectativas sobre a relação formação X remuneração, já que esperam que o mercado lhes absorva com bons salários, dado que o investimento em estudos foi alto.

6.
Então qual a saída?

Não se assuste!! Existe sim saída. O fato é que, se você frequentar um PROGRAMA DE ENSINO que apresenta uma estrutura curricular correta, na ordem correta, passo a passo, você será capaz de realizar projetos admiráveis, satisfazer seus clientes e você claro, ser recompensado por isso.

Em 2001, quando iniciamos nossas atividades, nós oferecíamos um programa de ensino similar aos que as escolas de design de interiores utilizam, e constatamos de fato, que este sistema não funcionava, que não formava um profissional atuante.

Foi aí então que conseguimos evoluir os processos, aprofundamos nossos conhecimentos no estudo do ensino por COMPETÊNCIAS e HABILIDADES, realizamos encontros e reuniões com empresários do setor, alinhamos várias estratégias pedagógicas e desenvolvemos um método de ensino diferenciado.

Percebemos então que esse método estava muito bem estruturado, numa sequencia lógica de etapas, que os alunos começaram a receber propostas de trabalho na área, e empresários do setor queriam saber da onde vinham tanto conhecimento e desenvoltura destes alunos.

7.
Este método conseguiu proporcionar auto desempenho em design de interiores,

onde o aluno aprende a projetar ambientes de alta performance, e atuar no mercado de forma a garantir a confiança do cliente em seu trabalho, com poderes para se credenciar a ABD e inclusive ao CREA, que são entidades que dão suporte no atendimento e supervisão do trabalho gerando assim credibilidade que o cliente exigirá na hora da escolha do profissional. 

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